Na concepção inicial do projeto, havia sim distorções sociais, que posteriormente foram corrigidas através das emendas já apresentadas.
A alegação inicial dos vereadores de oposição é que, esta anistia privilegiaria os maus pagadores em detrimento dos contribuintes que pagam em dias suas obrigações. E que, existem muitos empresários latifundiários em atraso, e não estaria justo oferecer este tipo de beneficio a quem pode pagar.
Em parte, está corretíssima a interpretação dos vereadores que assim pensaram e pensam. Então, a correção social do projeto foi realizada através das emendas apresentadas. Ponto. Já poderia ter sido votada, mas não foi
Neste momento, o que existe é tão somente uma fogueira de vaidades, uns mais outros menos. O legislativo através dos vereadores de oposição, na seqüência Edson Sousa, Heloisa Cerri, Waldemar, Geraldinho da Saúde, a reboque, querem que o executivo vá pra mesa de negociação, este por sua vez não quer diálogo, quer o projeto aprovado.
Antes de publicar esta matéria o Divinews entrou em contato por telefone, com o vereador Edson Sousa, perguntando por que ele apresentou uma emenda na segunda-feira (5/10), que inviabilizou a votação na terça-feira (6/10) e ontem, quarta-feira (7/10) ele apresentou outra emenda, inviabilizando a votação do projeto hoje, quinta-feira (8/10). Porque as modificações não foram feitas de uma só vez.
A sua resposta inicial era que ele fez isto porque o governo está muito prepotente, renitente, violando os direitos dos vereadores e que ele não era empregado do governo, e sim do povo e por ele eleito.
Quando questionamos, se o motivo da emenda apresentada ontem era somente por isto, e porque ele não fez a tal modificação na segunda-feira, ele respondeu mais uma vez que o governo está muito arrogante e ele resolveu, achou mais justo, aumentar de 45 dias para 90 dias após a publicação, o prazo de adesão.
Além de informar que não vai estar presente na seção de hoje, porque estaria em uma reunião externa.
Quando a emoção supera a razão, perde o Legislativo, perde o Executivo. E o pior, perde quem não deveria perder, o povo.





