Esclarecer que gostamos tanto da experiência que passaremos a fazer isto constantemente, a partir de agora com disfarces, apurando qualquer outro assunto de interesse da população.
Desta forma, relatamos outros casos absurdamentes verdadeiros. A matéria do Divinews não tem nenhum objetivo político e sim de informação.
É necessário que os órgãos competentes tomem providencias para que tais fatos parem de acontecer.
A população não merece isto. Se acontece no âmbito federal e estadual, não podemos por acomodação, já que está acontecendo em todo pais, se conformar e fazer o mínimo. .
Acreditamos que o poder executivo, não deve saber o que está acontecendo no pronto-socorro, possa ser que também a secretária de saúde também não saiba. A equipe do PSR , além de tratar muito mal os pacientes, ainda mentem.. O maior exemplo, é quanto ao protocolo que não está sendo praticando corretamente. E, o prefeito divulgando que está.
O fato é que, não podemos conviver com a hipocrisia da mentira, do faz de conta, enquanto pessoas sofrem e até morrem por procedimentos banais que não são seguidos.
Caso 1 – Renata Ribeiro
25 anos – Bairro N. S. das Graças
25 anos – Bairro N. S. das Graças
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As 10 horas do dia 16 estava no pronto socorro. Havia chagado no dia anterior (15) por volta das 14 horas. Portanto, estava La dentro fazia 20 horas.
Chegou com dores na barriga, segundo ela, na altura do útero. Foi encaminhada para o PSR pela ginecologista Maria Cecília do posto de saúde.
Chegou no dia 16 as 14 horas, foi atendida as 17 horas pela Dra. Márcia Saraiva, ½ hora depois colheu sangue para exame e as 18h colheu urina. O exame de sangue ficou pronto as 22 horas ainda no dia 15.
Já a urina foi entregue no dia seguinte, já no dia 17 às 6 horas. Às 10 horas ainda estava aguardando ser atendida para avaliação.
O fato estranho é que há 15 dias, ela já esteve internada por 3 dias, no mesmo PSR. Após os 3 dias enviaram-na para casa dizendo que era uma infecção urinária.
Agora, quando ela voltou a passar mal. No posto médico falaram que não era apenas uma infecção urinária era alguma coisa mais grave e a encaminhou novamente para o PSR.
Quando perguntada, tendo como base o Protocolo de Manchester, que cor foi atribuída ao seu atendimento, ela não sabia qual era a cor a ela atribuída, desconhecia totalmente isto.
Caso 2 – Milton Nogueira
Rua do Contorno

Milton chegou as 8 horas do dia 16 com dor no corpo. Estava tão fraco que desmaio na frente da recepção. O colocaram em uma maca e foi ai que o encontramos, deitado.
Ele informou que auferiram sua pressão e a glicose, quando perguntamos como ele estava, não soube responder porque nada lhe disseram.
As 10 horas o Sr. Milton ainda não havia sido atendido.
Perguntamos que cor que ele estava classificado dentro do Protocolo de Manchester, ele também não sabia.
Rua do Contorno

Milton chegou as 8 horas do dia 16 com dor no corpo. Estava tão fraco que desmaio na frente da recepção. O colocaram em uma maca e foi ai que o encontramos, deitado.
Ele informou que auferiram sua pressão e a glicose, quando perguntamos como ele estava, não soube responder porque nada lhe disseram.
As 10 horas o Sr. Milton ainda não havia sido atendido.
Perguntamos que cor que ele estava classificado dentro do Protocolo de Manchester, ele também não sabia.
Casi 3 – Sebastiao Luis Nascimento
Av. Águia, 31
Tem enfisema pulmonar
Passou mal a noite. Chegou as 7:15 hs na saída do Divinews 10:15 ele ainda estava aguardando para ser atendido A esposa, Maria Aparecida, também não sabia qual era a classificação dentro do Protocolo de Manchester
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Caso 4 – Elizabeth Pinto
Rua do Cairo – Mangabeira

Chegou as 7 horas ao PSR, com o rosto inchado. As 7:15 foi para a triagem para ser classificada segundo o protocolo de Manchester. No momento da entrevista já eram 9h15min.
Foi classificada na cor laranja, referente a 10 minutos de espera, portando estava 1h e 50 minutos acima do Protocolo de Manchester.








