Terminar relacionamentos, não é o “fim do mundo”, mas dá um baque

Publicado por: suporte

Tudo estava lindo, até que de repente o namoro acaba. Sofrer após o término de namoro é normal. Quem nunca sofreu por amor?

Carolina Lobato tem 24 anos e conta que já amou e “desamou” muitas vezes. “Já perdi a conta de quantos caras já amei, e hoje não me imagino vivendo ao lado de nenhum deles. Era paixão, bem diferente de amor”, disse.

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Para os especialistas, o amor se diferencia bastante da paixão.O amor é sentido aos poucos. Vem surgindo lá de dentro. Não se ama quem se quer. Ama-se a quem se ama. Já a paixão é um sentimento de curta duração, passageiro, que se transforma, ou não em amor.

Juliana Amaral, 20 anos, entrou em depressão após terminar um namoro de 5 anos. O ex-namorado a traiu com uma amiga de ambos, e foi difícil superar. “Cheguei a pensar em suicídio. Nada mais havia sentido, e achei que nunca iria superar. Foram meses muito angustiantes” conta Juliana.

Já Fernanda Odóx, 18, ficou muito mal após ter terminado com seu ex- namorado, porém, chegou á conclusão de que não vale a pena sofrer por alguém que diz gostar de você, mas não a valoriza. “Eu ainda sinto saudade, mas aprendi que o primeiro e maior amor, é o amor próprio”, disse.

O tempo é o melhor remédio, de acordo com Renato Lopes, 23 anos, que se decepcionou com uma namorada, com quem se relacionou um tempo. Ela terminou sem dar nenhuma explicação. Ele diz que ficava tentando entender porque, mas nunca soube… e na verdade não sabe ainda. Hoje ele acha engraçado, mas na época ficou chateado. “Eu nem conseguia estudar, ficava o dia todo pensando porque ela terminou comigo”. “O tempo me fez esquecer e tive força muito bacana dos meus amigos e familiares”, completa.

A psicanalista Dênia Emerick dá a dica. “O fim de um ciclo, é o início de outro. Quando você menos esperar, uma janela irá se abrir”. “Amarás o teu próximo como a si mesmo”. Isto é um mandamento bíblico. Mas, como seria possível desejar o bem para o meu próximo, se o meu próprio bem é prioritário? De que maneira é possível usufruir de um prazer que me traz desprazer, já que o gozo do próximo é tão estranho a mim? Finaliza Dênia.

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