Discussões sobre a construção do hospital público têm tomado os púlpitos em muitas ocasiões. Qual seria a melhor opção: a construção de uma nova estrutura, a compra do Santa Mônica ou a ampliação do São João de Deus (para além do que já está sendo feito com o Pró- Hosp). A população e as autoridades na área da saúde devem acompanhar o que está sendo feito e posicionar-se a respeito daquilo que os afeta diretamente.
O deputado Domingos Sávio disse que discussões semelhantes aconteceram na época da implantação do Pronto Socorro e que ainda hoje alguns políticos o criticam pela iniciativa. Ele contrapõe que a unidade de pronto atendimento já salvou muitas vidas “não todas, mas muitas e vida não tem preço”, disse. De acordo com ele, na época o cenário era parecido com o de agora, todos queriam que fosse implantado o Pronto-Socorro com urgência, nenhum hospital aceitou tê-lo como anexo e então optou-se por usar o espaço da antiga rodoviária.
Ele disse ainda que aqueles que não têm disposição para analisar o assunto com essa profundidade, hoje, se ocupam em apontar o Pronto Socorro como um erro. “Quando vieram depois de mim disseram que eu inventei um pronto socorro que dava prejuízo, será que sabem colocar preço em vida humana e será que agora dirão o mesmo sobre o hospital” questionou.
Quando indagado a respeito da hipótese de que um hospital na horizontal seria mais viável do ponto de vista da manutenção, o deputado afirmou que por isso é bom que todos se manifestem agora, para depois não apontarem defeitos. Disse ele se referindo a políticos que “não tem coragem de fazer e depois só fazem criticar” (palavras dele).
“Um hospital na horizontal seria uma alternativa mais interessante, por outro lado, haveria um terreno com dimensões adequadas em área pelo menos de fácil acesso para atender a população, quanto tempo se demoraria para fazer e quanto custaria. É preferível viabilizar um projeto e adequá-lo a sua realidade e salvar vidas ou ficar se discutindo utopias, finalizou.






