Divinópolis: CREVISA será entregue à Semusa nesta sexta-feira

Publicado por: suporte

A construção do Centro de Referência em Vigilância Ambiental em Divinópolis que começou na Administração passada será concluída nessa sexta-feira (30). O projeto é de autoria do ex-vereador Marcos Vinícius e conta com 1.300 m2 de área construída. O local, próximo ao lixão da cidade, seria o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), mas a partir de estudos técnicos refeitos pela Gerência Regional de Saúde (GRS) na atual gestão, passará por modificações e será implementado, ganhando o nome de CREVISA.

     

De acordo com Rosenilce Mourão (Chêrrie), secretária municipal de saúde, foi realizado um estudo mais aprofundado de como o CCZ deveria funcionar, e com o aval do prefeito municipal Vladimir Azevedo (PSDB), foi feito um trabalho intensivo até que se chegou a uma proposta final, que ainda precisa ser apresentada à Sociedade Protetora dos Animais. Mas, a secretária garante que o CREVISA será um benefício não só à população, mas também aos animais. “O Centro de referência vai propiciar uma vida mais digna para os animais”, garante.

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Quanto ao mito de que haveria matança indiscriminada de animais no local, o motivo maior da restrição da população quanto à implementação do Centro de Referência, Chêrrie explica que a eutanásia acontecerá dentro das normas. “Somente animais que foram atropelados, por exemplo, ou estiverem severamente machucados, ou cães que estão muito doentes ou agressivos, que atacaram pessoas na rua, vão para a eutanásia”, esclarece. A secretária reforça que somente casos específicos serão sacrificados e completa falando dos benefícios para a população. “Com o passar dos anos a população canina vai diminuir”, finaliza.

A principal mudança que ocorreu de CCZ para CREVISA foi a abrangência do cuidado com outros animais e não somente com os cães das ruas. “Tudo que diz respeito ao ambiente e que está relacionado com a saúde das pessoas será trabalhado”, reforça. No Centro de Referência serão tratados animais como mosquitos transmissores de doença, escorpiões, cães, gatos e ratos, que possam ter alguma interface com a saúde da população. O trabalho se estende também ao cuidado com a qualidade do ar e da água, como uma espécie de vigilância. “A água que uma comunidade rural está bebendo da cisterna ou poço artesiano vai ser analisada pelos técnicos para que não esteja contaminando aquela família”, conta. De acordo com Chêrrie, o trabalho de vigilância será realizado continuamente.

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