Henrique Meirelles, preferiu não fazer comentários sobre o futuro da política monetária do Brasil e afirmou que cabe ao Comitê de Política Monetária (Copom) tomar decisões sobre o assunto. “A política monetária mais adequeda para o Brasil está explicitada na ata do Copom divulgada na quinta-feira. E a política monetária a ser definida para o futuro será objeto das próximas reuniões do Copom”, respondeu ele, em entrevista coletiva, após ser questionado se a taxa básica de juros brasileira seria reduzida.
Meirelles falou à imprensa durante um intervalo das reuniões do Banco Internacional de Compensações (BIS, na sigla em inglês). O presidente do Banco Central europeu, Jean-Claude Trichet, participou do encontro e ele disse, durante entrevista coletiva, que a redução dos índices de inflação poderiam colaborar para a redução dos juros.
Segundo Meirelles, o documento final da reunião do G20 realizada nesse final de semana,
Sobre a possibilidade de o Brasil anunciar um pacote de ajuda a economia, como o da China, Meirelles afirmou que o governo já tomou medidas de incentivo ao mercado interno, grande parte delas incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Porém, ele disse que o governo observa a situação e, caso necessário, está preparado para tomar medidas adicionais.
Para Meirelles, entretanto, o grande problema do Brasil atualmente é a falta de liquidez. Ele ressaltou, contudo, que o governo já tomou medidas vigorosas para resolver essa questão. “O Brasil enfrentou o problema da liquidez tomando uma série de medidas. O da liquidez em dólares, através dos leilões do Banco Central; o da liquidez em reais, através da liberação do compulsório e da determinação aos bancos oficiais de aumentar sua oferta de crédito.”





