Egito mata seqüestradores e liberta grupo de 19 reféns; assista

Publicado por: suporte

As autoridades egípcias afirmam que os reféns foram libertados em uma operação de resgate liderada pelas forças especiais do Egito, com o apoio dos serviços de inteligência de Alemanha e Itália.

De acordo com o governo egípcio, cerca de metade dos seqüestradores morreu em uma troca de tiros e nenhum resgate foi pago.
 
Os cinco turistas alemães, os cinco italianos e uma romena, além de oito guias egípcios, estão em bom estado de saúde, segundo o Ministério da Defesa egípcio.
 
 
No domingo, o governo do Sudão havia afirmado que o Exército do país matou seis dos seqüestradores depois de uma perseguição em uma região remota de deserto perto da fronteira com a Líbia.
 
Outros dois suspeitos foram presos, mas os turistas ainda estavam sendo mantidos em cativeiro, guardados por outros integrantes do grupo.
 
CHADE – O líder do grupo teria sido morto e dois suspeitos de envolvimento teriam sido capturados após a batalha do domingo. As autoridades sudanesas afirmaram que o grupo seqüestrado, inicialmente levado do Egito para o Sudão, estaria no Chade.
 
O governo do Sudão disse ainda que os seqüestradores teriam ligações com rebeldes da região sudanesa de Darfur, mas as lideranças dos principais grupos que atuam na região negaram a alegação.
 
Os negociadores estavam se comunicando com o grupo por meio de telefones via satélite. Os seqüestradores tinham exigido um resgate de US$ 6 milhões.
 
O ministro do Exterior italiano, Franco Frattini, elogiou a operação de resgate, afirmando que o trabalho foi realizado com "grande profissionalismo".
 
Os turistas foram capturados nas imediações do planalto de Gilf al-Kebir, próximo da fronteira tríplice entre Egito, Líbia e Sudão. A região de Gilf al-Kebir é famosa por suas pinturas rupestres (pré-históricas) e por suas formações rochosas.
 
Seqüestros envolvendo turistas são bastante raros no Egito, embora tenham ocorrido ataques nos últimos anos.
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