A penalidade foi sofrida por Adriano, em disputa com Marquinhos Paraná, e Fábio saltou bonito para espalmar a bola chutada no canto esquerdo.
Esta foi a terceira defesa de pênalti de Fábio com a camisa do Cruzeiro. O camisa 1 já havia defendido uma cobrança de Sandro, na derrota por 2 x 0 para o Paraná, no estádio Pinheirão, em 27 de novembro de 2005. A outra foi na vitória por 5 x 2 sobre o Nacional (AM), em 22 de fevereiro de 2006, em cobrança de Diego Marangon, no Vivaldão.
Muito festejado pela china azul, o camisa 1 celeste sabe que o lance pode ter sido decisivo para o triunfo cruzeirense, já que àquela altura o placar apontava 1 x 0.
"Foi importante porque a equipe estava jogando bem, tivemos a chance de fazer o segundo gol e infelizmente não conseguimos. O Inter poderia, na penalidade, empatar o jogo e poderíamos sentir muito, pela partida que vínhamos fazendo. Consegui a defesa e a equipe continuou motivada para buscar a vitória", observou.
Fábio deixou o campo certo de que esta seria sua segunda defesa de pênalti pelo Cruzeiro, já que não se lembrou da que fez em Manaus no ano passado. O religioso jogador comemorou apontando para o céu e agradeceu a Deus na entrevista coletiva.
"Peguei um contra o Paraná, mas infelizmente a gente estava perdendo o jogo. Esse foi o segundo aqui no Cruzeiro. Sempre venho trabalhando diariamente, tentando ajudar e dando o máximo. Tudo tem o momento e a vontade de Deus. Foi um momento em que Ele determinou e importante", disse.
Com a boa atuação, o arqueiro celeste garantiu ao Cruzeiro o status de segunda melhor defesa do Campeonato Brasileiro, com 17 gols sofridos em 18 jogos. A primeira é a do Grêmio, com 12. O ataque celeste também é o segundo melhor da competição, com 33 tentos anotados, contra 35 do Palmeiras.
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