Esse novo formato para acompanhamento de presos, está sendo utilizado pelo projeto experimental de "Expansão e Modernização do Sistema Prisional". Condenado a quatro anos de prisão em agosto de 2006, E.F.C já está cumprindo o restante da pena em regime semi-aberto. Atualmente, trabalhava em uma fábrica de calçados, mas tinha a obrigação de retornar para a Casa do Albergado todos os dias após o trabalho.
De acordo com informações do TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), com a tornozeleira de monitoramento por meio de GPS, ele já pôde ir direto para casa após a audiência, realizada nesta quinta-feira (19/6) pelo juiz Herbert José Almeida Carneiro, da Vara de Execuções Criminais.
O juiz destacou a superioridade da tecnologia GPS, em relação à de IRF (Identificação por Radiofreqüência), que só permite o monitoramento do sentenciado em um pequeno raio de onde estiver instalado o transmissor.
Em Belo Horizonte, de acordo com o agente penitenciário e administrador do sistema, Marcelo Mazala de Araújo, três homens e uma mulher já estão usando aquele sistema.
Para o juiz Herbert, a tornozeleira por GPS representa um avanço, porque permite o monitoramento com melhor qualidade, 24h por dia e em qualquer lugar onde esteja o sentenciado. O projeto da tornozeleira é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Defesa Social, Ministério Público, Defensoria Pública e o Judiciário do Estado.
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