Empresas locadoras de imóveis não tem capacidade operacional de absorver carteira de clientes da massa falida Adimóveis


O fato é que a massa falida Adimóveis administrava uma carteira de cerca de cinco mil imóveis. As demais locadoras que atuam no mercado divinopolitano e região, administravam (agora com certeza aumentou bastante) quando muito, entre mil e mil e quinhentos imóveis.

É sabido que uma empresa não cresce da noite para o dia. Os manuais de administração dizem que é preciso se estruturar paulatinamente para este crescimento. Então, diante disto, como crescer 50% ou até mesmo 100%, de uma hora para a outra.

O que pode acontecer, é o “tiro sair pela culatra”. E, o vertiginoso crescimento virar uma tremenda dor de cabeça para a empresa e principalmente para os já sofridos proprietários de imóveis, que podem sair de uma situação desconfortável e cair em outra, talvez pior.

E o que fazer? Primeiramente pesquisar bastante, verificar se a empresa tem realmente condições de lhe atender como cliente. Pesquise a empresa. Quantos imóveis ela administra? Quanto cresceu com a falência da Adimóveis? Quantos funcionários novos ela admitiu nos últimos dias? Pesquise se o software de gestão de locação que ela usa é adequado, pergunte ao mercado.

Pesquise a atuação jurídica da empresa, usando sua razão social,  junto à justiça, no site www.tjmg.gov.br. Lembrem-se, nem tudo que reluz é ouro. Neste momento, com a concorrência acirrada e de olho nos cinco mil imóveis, elas prometerão tudo para todos. Resta saber se terão condições de cumprir. Se estão se reestruturando para absolver este presente de papai Noel de fim de ano.
 
 

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