Os pronunciamentos “light” dos vereadores da Câmara de Divinópolis nesta quinta-feira pós-carnaval – “pela lente” da assessoria de imprensa da Casa
Geraldinho honrando o seu sobrenome só falou de Saúde – Beto Machado tal qual um candidato em campanha para Prefeito pediu duas moções, uma de repúdio para o governo federal e outra de apoio à CNBB – Hilton falou sobre problemas do bairro São Bento – Heloisa Cerri, como médica, também falou sobre a saúde – Adair Otaviano denunciou que o Instituto Helena Antipoff continua sem transporte – Roberto Bento falou da invasão do Bairro Santo Antonio por bichos peçonhentos – Paduano cobrou que o Executivo resolva o problema do sinal das Tvs abertas em Ermida – Milton Donizete, da “saidinha de banco” e Rodyson, do problema das drogas – Entre outros assuntos
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O vereador Roberto Bento (PT do B) em pronunciamento na Câmara de Divinópolis disse que os moradores das residências localizadas próximas ao cemitério existente na esquina da Rua Minas Gerais, com Paraná, estão reclamando e pedindo providências da Prefeitura para que a Secretaria do Meio Ambiente ou de Saúde, dedetize o local e termine com a infestação de tais insetos
Foto arquivo Divinews[/caption]O buxixo da saída do Superintendente do Hospital São João de Deus, Frei Ronan e da demissão de Marisa Gonçalves Rodrigues começou a circular na quarta-feira de cinzas (22/02) e se estendeu por esta quinta-feira (23) – O Divinews entrou em contato com a Comunicação do Hospital que negou o buxixo, afirmando que o Superintendente apenas está em férias e que Marisa continua trabalhando normalmente – Não conseguimos contato com o diretor técnico, Alair Rodrigues Araujo
A Câmara de Divinópolis constatou a insatisfação do povo de Divinópolis através de enquete postada pela Diretoria de Comunicação da Casa Legislativa – Constatar é uma coisa, votar e renovar com a Trancid é outra
Severino Cavalcanti (PP-PE) – Então presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE) renunciou ao mandato de deputado por conta da denúncia do empresário Sebastião Augusto Buani, dono do restaurante Fiorella. Buani disse que pagava um “mensalinho” de R$ 10 mil, para Serverino em 2002 e 2003, quando ele ocupava a primeira-secretaria da Casa. Na ocasião, um grupo de partidos entrou com representação contra ele, que então era presidente da Câmara, no Conselho de Ética – Segundo a Lei da Ficha Limpa, quem renunciou para não ser cassado está inelegível por um período de oito anos após o final do mandato do qual abriu mão. O mandato de Severino ia até 31 de janeiro de 2007. Assim, ele está inelegível até 2015