PAREDÃO: Braço direito do prefeito dá só meio expediente na Prefeitura e recebe salário integral de R$ 10 mil
A administração do prefeito Vladimir Azevedo (PSDB), que vai mal das pernas em praticamente todos os seus setores, continua produzindo escândalos, atos irregulares, desrespeito à legislação, além de ter colocado a Prefeitura em situação financeira extremamente complicada. Com uma dívida fundada que cresceu quase 100% no primeiro mandato do tucano, passando de R$ 50 milhões para quase R$ 100 milhões, o município não tem dinheiro para investimentos, sendo necessários empréstimos bancários para aplicar em pequenas obras emergenciais. Na semana passada, por exemplo, Vladimir assinou Lei que lhe permite contrair mais R$ 5 milhões de empréstimos junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais
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A terceirização dos serviços públicos expandiu de uma forma galopante após a sanção da lei 9790/99 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. E apesar desta lei determinar que somente os serviços complementares pudessem ser entregues as Organizações Sociais, muitos governos não respeitaram esta cláusula e estão sendo condenados pela justiça 
Entre vários importantes projetos, tem um que se destaca, é o que obriga que as academias de ginástica tenham cartaz alertando para as conseqüências do uso de anabolizantes. Como venceu o prazo do sobrestamento volta à discussão o projeto de adoção de lixeira por pessoas físicas ou jurídicas – Outro importante projeto é a execução do hino nacional em competições esportivas realizadas no município. Volta também para o plenário o projeto que obriga os proprietários de lotes vagos a limpá-los. Outro que obriga que em shows e eventos os organizadores sejam obrigados a instalar bebedouros de água potável para os freqüentadores – E outros que estabelece nomes de ruas. (Veja a pauta) 

Fernando Brito do Tijolaço noticia que o O ministro Luiz Fux, que dispensa apresentações, “matou no peito”o problema criado por Joaquim Barbosa e já anunciou à Folha de S. Paulo, que o Supremo Tribunal Federal vai rejeitar os chamados embargos infringentes no julgamento da Ação Penal 470 
O Sindicado dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e da região Centro-Oeste – Sintram informa que qualquer trabalhador e servidor têm o direito de liberdade de filiação – Esse direito está previsto no artigo 8° da constituição de 1988 – O artigo defende que o trabalhador ou servidor pode filiar-se ao sindicato de classe que ele julgar mais representativo e mais benéfico – Esclarece que a filiação é ato de escolha individual do trabalhador/servidor – A Constituição 88 ilustra essa compreensão quando diz: “Art.8° (…) V- ninguém será obrigado a filiar-se ou manter-se filiado a sindicato” 
Para garantir saúde pública de qualidade a toda população, o Brasil ainda precisa percorrer um longo caminho. Mas, se de um lado tem desafios como a carência de médicos em muitas regiões, a distribuição irregular dos profissionais em seu território e a falta ou inadequação da estrutura de atendimento em diversas unidades, do outro tem o mérito de ser o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o compromisso de contar com um sistema universal, integral, igualitário e gratuito de saúde 
“Quem o ministro Joaquim Barbosa pensa que é? Que poderes acredita dispor só por estar sentado na cadeira de presidente do Supremo Tribunal Federal? Imagina que o país lhe será grato para sempre pelo modo como procedeu no caso do mensalão? Ora, se foi honesto e agiu orientado unicamente por sua consciência, nada mais fez do que deveria”, diz o colunista do Globo, que atribui sua nomeação à cor da pele 
Mais uma vez, não dá nem para contar mais, Joaquim Barbosa, o presidente da mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal, que no passado, antes do midiático julgamento do mensalão tinha grande aura, uma coisa assim, de S U P R E M A C O R T E que os brasileiros olhavam com respeito e ao mesmo tempo temor. Contudo, o julgamento do midiático mensalão, televisionado ao vivo com horas e mais horas de transmissões é que o brasileiro pode perceber que os juízes são homens comuns, passíveis de todos os tipos de erros dos seres humanos comuns, que nenhum ministro é Deus (embora alguns ministro e até juízes em alguns momentos se comportam como se o fossem), que não são infalíveis. E depois de tantos bate-bocas no plenário da Suprema Corte, foi virando meio comum, até chegar ao ponto em que os brasileiros perderam aquela mística de antigamente de encher a boca para pronunciar “S – T – F”, o SUPERIOR TRIBUNAL FEDERAL – E o atual presidente Ministro Joaquim Barbosa tem protagonizado muitos episódios que tem contribuído para cada vez mais para esta vertiginosa queda da aura de infalibilidade do STF 