TRAPALHADA NA CÂMARA E NO GOVERNO: falta de comunicação faz secretário ter ataque e não participar de reunião sobre Restaurante Popular
A confusão começou no agendamento que o vereador Edmilson Andrade (PT) fez no protocolo da Câmara, dizendo que o objetivo da reunião seria: “Discussão do Diretório do PT”, e ao enviar correspondências para todos os vereadores, o governo e para imprensa afirmou tratar-se de uma “Audiência Pública” para tratar do aumento do preço das refeições do Restaurante Popular, de R$ 2 para R$ 5 reais – E ninguém percebeu que a tramitação do agendamento para a realização de uma “Audiência Pública”, de verdade, não é feita desta forma, a toque de caixa – O governo mais perdido que cego em tiroteio na gestão da cidade, enviou o secretário de Desenvolvimento Social, Paulo dos Prazeres para representá-lo, assim como o controlador-geral do Município Beto Machado. Tudo estava fluindo muito bem, com o secretário Paulo dos Prazeres dando entrevistas e mais entrevistas, até que o cerimonialista, funcionário da Câmara e também radialista da Rádio Minas, do programa “Bom Dia Divinópolis”, Silvio França, fez o alerta, de que a reunião não era uma “Audiência Pública” oficial e sim uma reunião solicitada pelo Diretório do PT, era a desculpa que os membros do governo precisavam para sair do local sem ter que explicar o inexplicável, (aumento de 170% no preço da refeição do Restaurante Popular). O secretário e o controlador-geral e outros membros do governo, como o diretor de Comunicação, Evandro Araujo, tentaram sair apressadamente do local. Eis que aparece o Divinews e questiona o motivo pelo qual Paulo dos Prazeres estava abandonando o local. E o que ele faz: manda chamar a policia para o editor do site, que o estaria “desrespeitando”.
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O Projeto de Lei EM-065/2013 que deve ser votado até no máximo, entre 15 e 20 de dezembro, se nada der errado, definirá o orçamento para 2014 em R$ 597.281.500,00 (Quinhentos e noventa e sete milhões, duzentos e oitenta e um mil e quinhentos reais) e que somente após a sua aprovação os vereadores poderão entrar em recesso e escolher a nova Mesa Diretora para o próximo ano 
Nada menos que 46 prefeitos foram cassados este ano por compra de voto. Nesse comércio ilegal, tudo valeu como moeda: dinheiro vivo, cesta básica, bebida, televisor e material de construção – Uma prática típica dos primeiros anos da República brasileira, a compra de votos, atravessa séculos e continua em vigor até hoje no país, apesar das leis e da maior fiscalização por parte das autoridades e da sociedade civil. De norte a sul do Brasil, votos são comprados com uma extensa lista de benesses, em que o dinheiro vivo e às vezes até cheque são a principal moeda utilizada. São usados também material de construção, cesta básica, gasolina, comida e bebida, passagem de ônibus, pneus, televisão e até mesmo redução de carga horária no serviço público. Levantamento feito pelo Estado de Minas com base nas cassações em segunda instância publicadas pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) de todo o país mostra que de janeiro a outubro foram cassados 112 prefeitos eleitos. Desse total, 46 perderam seus cargos por “captação ilícita de sufrágio”, nome pomposo dado à nefasta compra de voto 
A exemplo de todos os municípios do país que “brigaram” no Congresso e conseguiram aumentar suas participações na cota dos Royalties do petróleo que é produzido em sua maioria na bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Mesmo sem o aumento, Divinópolis em 2012 recebeu R$ 830.629,13 (Oitocentos e trinta mil, seiscentos e vinte e nove reais e treze centavos) – A previsão é que neste ano (2013) o valor supere R$ 1 milhão de reais, ainda sem o aumento da nova Lei – Quando a lei que aumentou o repasse dos royalties para todos os municípios entrar vigor Divinópolis deverá receber cerca de R$ 4 milhões de reais 

Com essa receita você poderá ter os salários inacreditáveis de alguns funkeiros, mesmo que você não goste de funk passará a adorar e amará o ritmo depois que começar a receber o mesmo salários dos famosos do gênero – E quem pensa que tomar partido em um conjunto de funk não compensa financeiramente pode começar a ensaiar umas batidas diferentes e fazer algumas composições – Os ícones brasileiros de funk recebem salários simplesmente astronômicos 

A edição do Jornal Nacional deste sábado, citando a revista Veja, deu quatro longos minutos ao propinoduto tucano de São Paulo, que parodiando o Mensalão, ficou conhecido como o TRENSALÃO TUCANO – Segundo o JN, as denúncias publicadas pela revista Veja levantam a suspeita sobre a movimentação financeira de servidores de governos do PSDB em São Paulo. Elas são suspeitas de envolvimento em um esquema de pagamento de propinas pela empresa francesa Alstom, em licitações para a compra de equipamentos para o Metrô de São Paulo, durante os governos Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB 
A população mineira paga a energia mais cara do Brasil, e o motivo está no ICMS cobrado pelo governo tucano. O Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços, que é estadual, equivale a 42,86% da conta de luz. A disparidade em relação a outros estados é grande: São Paulo e Distrito Federal (12%), Rio de Janeiro (19%) e Espírito Santo (25%). Além disso, o percentual de ICMS cobrado dos consumidores residenciais mineiros é maior do que o das grandes indústrias, ou seja, ao mesmo tempo em que cobra do trabalhador taxas altíssimas, a Cemig isenta e dá benefícios, do mesmo imposto, para as empresas