A maioria dos conselheiros entende que as medidas apresentadas pelo prefeito não procedem, uma vez que colocariam em risco, não só a vida financeira do instituto, como também a sua sobrevivência a longo prazo.
Também questionam porque o executivo quer mudanças no Diviprev,visto que o instituto tem alcançado resultados positivos, cumprindo as metas almejadas pela sua direção e pelos conselhos de administração e fiscal. Ironicamente tem conselheiro dizendo que o prefeito deveria preocupar mais com a administração da prefeitura e esquecer o Diviprev.
Sobre a dívida, existe uma tendência dos conselheiros de aceitarem o parcelamento da dívida, desde que efetuados os devidos reajustes e estipulado o término do atual governo como prazo final de pagamento. O pagamento deste atrasado seria vinculado aos repasses de verbas provenientes dos governos do da União e do Estado, evitando qualquer risco para o Diviprev.
A diretoria do Sintram discutiu o assunto e já tomou algumas deliberações:
a) manter estreita relação com os representantes dos servidores junto ao Diviprev, atualizando-se diariamente sobre os fatos.
b) cobrar dos servidores conselheiros a adoção de medidas que defendam os interesses do Diviprev.
c) denunciar junto à categoria qualquer atitude, seja do prefeito, de conselheiros ou dirigentes do Diviprev, que possa comprometer a aposentadoria dos servidores.
d) acionar a justiça, caso entenda que alguma atitude tomada venha a comprometer o patrimônio, a saúde financeira ou a autonomia do Diviprev.






