RESULTADO DA COLETIVA: HSJD segue devendo R$ 120 milhões e com déficit mensal de R$ 1,3 milhão e Plano de Saúde é caixinha preta
Em uma longa e exaustiva entrevista coletiva, a DICTUM, através de seus interventores, Ariston Silva e Afrânio Emilio como superintendente do HSJD, avalizados pelos Promotores de Fundações, Sérgio Gildin e da Saúde, Ubiratan Domingues, os representantes da DICTUM tentaram de todas as formas mostrar que o cenário melhorou e que existe luz no fim do túnel. A melhora futura até pode existir, mas é fato que muito pouco foi feito após um ano da intervenção administrativa, através do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo MP – Segundo as informações da DICTUM o déficit que mensal que, segundo eles, era de R$ 2,6 milhões caiu para R$ 1,3 milhão e o valor da dívida principal de R$ 120 milhão não se alterou – O que existe na verdade, são projeções futuras de liberação de recursos municipais, estaduais e federais, que ainda precisam se viabilizar no terreno do concreto – Já quanto ao Plano de Saúde, Ariston Silva, somente no final da entrevista, de forma bastante insegura quanto às informações que estava prestando para o Divinews e outro veículo confessou que o plano tem uma dívida “congelada” de R$ 5 milhões com hospitais, clinicas e médicos, mas que atualmente estaria pagando em dia.
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Segundo informações do Delegado Regional do Conselho Regional de Medicina em Divinópolis (CRM-MG), Jorge Abdala Tarabal, independentemente do que será falado e decidido na entrevista coletiva que o Ministério Público concederá na tarde desta quarta-feira (17) para os veículos de comunicação, já está decidido que as clinicas que atuam no Hospital São João de Deus, que já comunicaram ao próprio CRM-MG, ao MP e a direção do hospital, paralisarão suas atividades – Tarabal informou que os serviços essenciais continuarão e que a paralisação estará dentro da lei e que ninguém é obrigado a trabalhar onde não quer mais trabalhar, da forma que está atualmente: “Não existe trabalho escravo em lugar nenhum, muito menos na medicina”.
A proprietária da gleba quatro, da Mata do Noé, em Divinópolis, Alice Bueno, foi categórica em sua acusação. “Não resta dúvida que o incêndio foi criminoso”, pois eles querem nos tirar daqui de qualquer jeito” – Segundo Alice, existe a desconfiança de que teriam sido alguns topógrafos que estavam no local para fazer a medição de algumas áreas e o fogo foi colocado com a alegação de que haviam muitos carrapatos e eles resolveriam o problema colocando fogo – Segundo Alice uma pessoa viu e os denunciou para a Polícia do Meio Ambiente – A pendenga em consequência da intenção de outros proprietários de outras glebas criar um condomínio no local, é antiga e já rendeu alguns processos na justiça.
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Diante da grave crise financeira, administrativa, de gestão e de relacionamento entre os gestores interventores do HSJD e o Ministério Público com os médicos e Clinicas Médicas do hospital, a atual direção da AMCC, através da médica Luciana Nogueira, que assina o comunicado em nome da entidade de classe, convoca o corpo clinico do HSJD para uma assembleia ordinária que será realizada no próximo dia 22 de setembro às 19 horas – Segundo comunicado, estarão em pauta a eleição de uma nova diretoria, a formação de chapa representativa da maioria das clinicas, a determinação do valor da contribuição de cada empresa das diversas clinicas e a contratação de advogados para a defesa dos interesses do Corpo Clinico
Amanhã, dia 17 de setembro, quarta-feira, o setor jurídico do Sintram estará em Pedra do Indaiá, no horário de 8h às 17h, para oferecer atendimento gratuito aos servidores da Prefeitura. Causas trabalhistas, adicional de insalubridade, horas extras e aposentadoria, dentre outros assuntos pertinentes ao direito do servidor público poderão ser esclarecidos no local – Os interessados deverão comparecer ao Salão dos Vicentinos, Rua Pernambuco, 62, Centro, munidos do último contracheque, termo de posse ou da carteira de trabalho se forem contratados pelo regime CLT, comprovante de endereço, RG e CPF.

O advogado Robervan Gomes Costa de Faria, protocolou na tarde desta segunda-feira (15) uma representação no Ministério Público de Minas Gerais, denunciando a Prefeitura de Divinópolis e o prefeito Vladimir Azevedo de mentir e agir de má-fé o tempo todo: “São mentiras atrás de mentiras. Na realidade, o prefeito decretou Estado de Emergência para se livrar do processo de licitação e contratar uma balsa que até então viria do sul de Minas, mas na verdade fizeram contato com um empresário de Divinópolis chamado Alexandre Laredo, sendo que a máquina foi montada nesta cidade na oficina Maquinas Pesadas Silva, localizada na MG-050, sem qualquer especialidade no ramo de aguapés”, afirmou o advogado