Pela segunda vez HSJD provoca estado de emergência na área saúde em Divinópolis – Insatisfação com DICTUM é generalizada, só Ministério Público segura
Esta é a segunda vez que o prefeito de Divinópolis, Vladimir Azevedo decreta situação de emergência na Rede Pública de Saúde do Município de Divinópolis, motivada por problemas de atendimento no Hospital São João de Deus – Na primeira vez, o decreto foi abrangente em todas as áreas da saúde, desta vez ele se restringe ao atendimento na maternidade do hospital, na área de obstetrícia, por uma total falta de gestão da empresa interventora DICTUM, que sequer consegue montar uma escala de plantão de médicos obstetras para atendimento de parturientes no município, obrigando que a Secretaria de Saúde contrate hospitais da rede particular para não deixar o setor desassistido – Há sinais evidentes de que a administração municipal, assim como quase toda comunidade querem a empresa interventora, DICTUM fora da gestão do hospital, contudo, o Ministério Público, continua avalizando positivamente a atuação administrativa/financeira da empresa e não rompe seu contrato
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A formalização oficial dos contratos com os dois hospitais, foi publicado no Diário Oficial dos municípios mineiros na madrugada desta segunda-feira (10), com data retroativa ao dia 1º, através dos decretos 261/2014 e 262/2014 assinados pelo secretário de Saúde, David Maia, com o valor de R$ 403.587,50 para cada uma dos hospitais – O objeto do contrato publicado no Diário Oficial é a prestação de serviços especializados em OBSTETRÍCIA às usuárias do SUS, com a admissão de gestantes e parturientes, com assistência ao parto e puerpério de risco habitual – Tal medida foi necessária ser tomada, pois a empresa interventora do Hospital São João de Deus, DICTUM perdeu o controle de gestão da unidade e não consegue fazer com que a OBSTETRÍCIA volte a funcionar normalmente.

Os grandes grupos de comunicação, e aí leia-se a GLOBO, ABRIL, além da FOLHA e ESTADÃO, entre outros PiG – Partido da Imprensa Golpista, que se arvoram em serem os “paladinos” da justiça, da moralidade, da ética e da decência, mas não noticiam o escândalo em que eles mesmo são os protagonistas, com valores absurdos praticados em suas tabelas de publicidade, e com preços superfaturados para o governo federal (população), que paga preços cheios ou no máximo com um pequeno desconto, que não chega aos pés dos preços que são praticados para a iniciativa privada – Quem é achacado e espoliado na verdade é o povo brasileiro, pois nenhum governo quer seja federal, estadual ou municipal não produz e nem tem posse de nenhum produto ou prestação de serviço, tudo é de propriedade do provo brasileiro. A única coisa que governos produzem são impostos, tributos e taxas – Logo, é uma vergonha o achaque desses grupos de comunicação. Mas eles não fazem alarde do “crime” que cometem contra a população, principalmente os cidadãos menos favorecidos, pois com a fortuna que surrupiam dos cofres públicos, através de anúncios na maioria das vezes desnecessários, o governo poderia utilizá-lo em áreas sociais.
Por Fernando Brito, do Tijolaço:.jpg)




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