VIVO ou MORTO? Família divinopolitana levanta suspeitas que parente possa ter sido transferido de Divinópolis para Oliveira, já morto
A “macabra” história contada pelo filho, pela nora e pela esposa, foge à qualquer imaginação razoável e começou a ser desenhada no dia 28 de novembro, uma sexta-feira. Quando o então paciente, Geraldo Ferreira dos Santos Filho, de 74 anos foi levado para a UPA por volta das 15 horas, em consequência de suas pernas estarem inchadas, e ele estar com falta de ar e tossindo um pouco. Segundo informações do seu filho, Claudio Ferreira, ele saiu de casa andando – No sábado (29), Cláudio o encontrou com duas faixas, uma em cada pulso, com evidencias de que ele pudesse ter sido amarrado, já que o próprio Geraldo confessou para o filho que “tinha dado um trabalhinho para a equipe médica” – No Domingo (30), na parte da manhã o paciente (Geraldo) estava sedado e não queria conversar com ninguém, segundo informações de Cláudio, um pedreiro de 1,96 m de altura e 137 quilos – Já na segunda-feira (01), na parte da manhã, começaram os preparativos para a transferência do paciente para o município de Oliveira, não se sabe se para a Santa Casa de Misericórdia ou para o Hospital São Judas Tadeu, por que que as unidades hospitalar funcionam no mesmo ambiente. E segundo Claudio, ao ter contato com o pai dentro do CTI, ainda na UPA, notou que ele estava com os olhos semiabertos, mas não se mexia, estavam estáticos. Ele dizia que chamava o nome do pai e não havia nenhuma reação. Cláudio relatou ainda que tanto as pernas quanto os braços de Geraldo estavam gelados – Na terça-feira (02) na parte da manhã, já com o “paciente” em Oliveira, a família foi chamada com urgência ao hospital e todos se deslocaram para lá, por estar nervoso com a situação, Cláudio na estrada, por pouco não capota o carro que dirigia. Ao chegarem foram comunicados que a situação de Geraldo tinha se complicado ainda mais e que fariam contato se o pior viesse acontecer. Mal retornaram à Divinópolis e receberam a notícia que Geraldo tinha morrido.
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