SERÁ QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO FOI ENGANADO? Geraldo Magela Antunes Couto deixa rombo de R$ 6.9 milhões para HSJD
Entre os vários graves problemas do Hospital São João de Deus, os mais graves, quase insanáveis, se não for por uma ação política direta, ocorreram em consequência da irresponsabilidade de gestão de Geraldo Couto, que saiu realizando diversas ações sem o devido e prévio amparo legal, acreditando que lá na frente “daria um jeitinho”, que não se aplica em nenhum momento, principalmente quando se envolve a gestão de processos de saúde e de patrimônio público. E o mais grave é que, aparentemente o Ministério Público, mais especificamente a Curadoria das Fundações, através do promotor de Justiça Sérgio Gildin, responsável direto pelo TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, que causou a Intervenção Administrativa na unidade hospitalar, que passou a ser administrada pela DICTUM como “empresa” interventora, pode também ter sido enganado, já que em uma intervenção deste quilate, supõem-se que os gestores deveriam prestar constantes informações de relatórios que comprovassem verdadeiramente as ações implementadas – Segundo a fonte, e nem precisa de segredo sobre o caso, já que todas as decisões de Couto foram amplamente divulgadas pela mídia. É só para relembrar que, a dívida se formou da seguinte maneira: 1) R$ 1,4 milhão referente ao extrapolamento do teto de atendimento da média e alta complexidade, em que o HSJD só poderia atender R$ 919 mil reais, e ele, levianamente autorizou o atendimento além do teto, ignorando o contrato e fez mais atendimentos do que deveria 2) Gastou mais R$ 3,2 milhões com o custeio da Unidade 2 do Hospital São João de Deus, em que o município se comprometeu a pagar R$ 360 mil reais por mês com o objetivo de desafogar o hospital principal, e não honrou os pagamentos 3) Finalmente, torrou mais R$ 2,3 milhões abrindo mais leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), se antecipando ao credenciamento que normalmente é feito previamente. Geraldo Magela Antunes Couto, novamente creu que poderia dar um “jeitinho”, e que posteriormente, após o credenciamento, o HSJD receberia até mesmo os procedimentos atrasados, fato este que não ocorreu – Somente nestas três desastradas ações, em que Geraldo administrou um grande hospital, como se fosse um boteco daquele mais sujo possível, sem nenhum procedimento e norma a serem cumpridas previamente. Resultado! Deu um prejuízo para o Hospital São João de Deus que somado chega a 6.900.000,00 (Seis milhões e novecentos mil reais). E agora, alguns tentam responsabilizar somente o Governo Federal e o Governo de Minas, já que o Estado passou a ser petista, antes na administração tucana, qualquer responsabilização pela crise do HSJD, passava ao largo. Ninguém ousava atentar contra a equipe peessedebista.
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