Será Divinópolis das Revistas a mesma cidade dos cidadãos moradores dos bairros da periferia, e mesmo do centro?
Não que sejamos contra a cidade ganhar prêmios, ser reconhecida no cenário nacional como uma boa cidade. E muito menos torcemos para que tudo dê errado, muito pelo contrário. Divinópolis precisa e deve voltar a ser adjetivada como a “Princesinha do Oeste”. Aquela cidade limpa, bem cuidada, sem a violência ora existente e outras inúmeras mazelas de infraestrutura, como exemplo sua falta de acessibilidade em áreas centrais da cidade, o que dizer então dos bairros mais distantes – Quais foram os critérios que levam tais revistas, a classificarem a cidade como um Oasis. Como exemplo, recentemente a REVISTA EXAME, no dia 11 deste mês, por um levantamento realizado pela empresa de consultoria no ramos de imóveis, Prospecta Inteligência Imobiliária, afirmou que o município está entre as 10 melhores cidades de Minas para se investir em imóveis, atrás apenas de Uberlândia, Contagem, Juiz de Fora, Uberaba, Betim, Sete Lagoas, Ipatinga, Montes Claros e Ribeirão das Neves. E na classificação nacional a cidade está na 95º posição – Na publicação do site Portal, que reproduziu uma matéria da Exame, as característica das cidades avaliadas, e assim se insere Divinópolis, possuem uma renda per capita elevada, muitos empregados com vínculos empregatício, pagam uma média salarial, em número de salários mínimos, elevados, além de ter uma população com alto nível de instrução. O resultado de todos os fatores levou a cidade a conseguir a pontuação de 0,484, com potencial para investir em imóveis de alto padrão, médio e baixo é ótimo, constatou empresa contratada pela revista – Já a REVISTA ISTOÉ, junto com a Austing Ratings criaram o Ranking das Melhores Cidades do Brasil e Divinópolis segundo publicações no site MPA, com grande alarde, criando até uma campanha em vídeo, enaltecendo a 35ª colocação do município, como a melhor cidade do Brasil para se viver – O vídeo afirma que a cidade, como polo regional é referência em educação, saúde e serviços – A oposição, assim como alguns moradores de bairros periféricos discordam de alguns itens enaltecidos na pesquisa da revista
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