RESULTADO DE ENQUETE: quase 70%, possivelmente dos servidores municipais de Divinópolis, reprovam a atuação do SINTRAM
O Divinews no dia 7 de novembro postou uma enquete perguntando: “Como servidor público, qual é a sua avaliação sobre a atuação do SINTRAM, quanto sindicato representante dos servidores municipais, especificamente em Divinópolis” – Por que usamos “possivelmente”? Por que não conseguimos rastrear se quem votou foi realmente servidor público. Todavia, o fato é que, a rejeição dos votantes foi maior que a aceitação do trabalho executado pelo SINTRAM. A soma dos que avaliaram como “péssima” atuação, 50% (índice altíssimo), somado com a avaliação “ruim”, que foi de 19,8%, deu 69,8% – Já a análise positiva do sindicato que, conforme a pesquisa não representa tanto os anseios dos servidores, foi de apenas 26,4%, sendo que 25,2% avaliou a gestão como excelente e 1,2% como uma boa gestão – A avaliação regular, ou seja, os que consideram que não é boa e nem ruim, é morna, ou muito pelo contrário, que existe até um dito popular que reflete isso, soma 3,7% – Dos 242 votos, o primeiro voto foi no dia 7/11 às 17h27min e o último às 03h11min do dia 16 – Uma das possíveis provas da também possível rejeição do SINTRAM frente aos servidores, é que a cada nova Assembleia convocada, o número de participantes diminui consideravelmente, como ocorreu no dia 26 de outubro – Segundo alguns servidores, são inúmeras as causas que geram essa assustadora rejeição de quase 70%, uma delas, ainda segundo uma servidora, é a eterna negociação (MESA) do SINTRAM com a administração, que “cheira conluio” e a outra é a própria falta de diálogo da diretoria, tanto a formal quanto a informal, que se fecha em um “grupinho” e não em um “grupão”, as decisões, segundo a fonte, basicamente todas, tem as digitais do sindicalista/médico, Alberto Gigante Quadros, que de tão contencioso que é, chegou a acuar a atuação parlamentar de um vereador (Hilton de Aguiar) o levando ao Conselho de Ética, tentanto silenciá-lo, por que o vereador o criticou diversas vezes questionando a atuação profissional dele (Gigante), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
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