Motoristas de aplicativos apelam para vereadores da Câmara de Divinópolis para corrigir distorções do decreto assinado pelo Prefeito Galileu Machado

Publicado por: Redação

A reunião ordinária desta terça-feira (02), da Câmara de Divinópolis, logo no seu início foi paralisada por aproximadamente uma hora, para que uma comissão de cinco motoristas de aplicativos, que se encontrava no plenário junto com aproximadamente outros cem profissionais fossem ouvidos em suas demandas de descontentamento pelo decreto publicado no Diário Oficial da edição desta última segunda-feira (01) – O Divinews ouviu a vereadora Janete Aparecida (PSD), uma das maiores defensoras do Legislativo para que a profissão fosse regulamentada no município – Assim como também ouviu, Diogo Elias Barbosa, um dos profissionais de aplicativo que teve o discurso mais veemente com os vereadores no plenarinho do Legislativo.  

A vereadora Janete Aparecida, uma das que mais cobrou do Executivo para que houvesse a regulamentação dos aplicativos na cidade, explicou que, o que foi discutido amplamente nas reuniões que ela participou não foram os mesmos itens constantes no decreto.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Kaboja, formou uma Comissão Especial composta pela vereadora Janete Aparecida, e os vereadores Marcos Vinicius, Josafá e Roger, além de Print Junior como observador, que vai acompanhar as demandas da categoria junto ao Executivo.

A solicitação dos motoristas é que o decreto seja suspenso, para posteriormente ser elaborado um outro que atenda as necessidades da categoria que criticam alguns itens, como narrados pela vereadora Janete, como, o ano do carro que teria que ter no máximo 5 anos, e isso inviabilizaria vários motoristas, eles querem que sejam oito anos; outro ponto é que, quem tiver dívida com o município não pode trabalhar com o aplicativo; criticaram ainda a cobrança do CGO dos motoristas, porém não é cobrado das empresas de transporte coletivo; outro item negativo para eles, é que o carro não possa estar em nome de terceiros.

Já o motorista Diogo, afirmou que eles foram pegos de surpresa com a emissão do decreto, que possui mais proibições e solicitações negativas por parte do governo do que benefícios para a categoria e para a população. Ele fez uma comparação de que, para os aplicativos foi determinado que os veículos tenham até 5 anos de uso, enquanto taxi pode 12 anos de uso. Ele criticou também a exigência da realização de cursos que envolve elétrica básica, mecânica, que no seu entendimento não são necessários no dia a dia do motorista.

Diogo, continuou dizendo que a associação dos motoristas de aplicativos, não é contra a regulamentação, desde que seja boa para os dois lados. O motorista relatou também a inexistência dos pontos de apoios dos aplicativos, como existem em Belo Horizonte e em São Paulo, que tais pontos não estão previstos em Divinópolis, os deixando totalmente desprotegidos de serem multados, por não existir um local em que possam parar.

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  1. Divinoplitano disse:

    É povo não tem jeito mesmo nao, quando Divinopolis nao e ferrado pelo nossos deputados, vulgos coroneis, jogos de interesses as escuras, e o povo so tomando, se deixarão o velinho trabalhar porque nao deixar o motorista de App trabalhar, eta adm desta vez voces foram longe, estata adm tinha de demitir pelo menos 74 % dos seus. Ainda seria pouco.

  2. Diogo disse:

    Muito obrigado pela oportunidade de expor nossas reivindicações. Meu nome está errado na publicação. É Diogo Elias Barbosa das Chagas

  3. Anônimo disse:

    Olá. Obrigado pela oportunidade de expor nossas reivindicações. Meu nome esta errado na reportagem. É Diogo Elias Barbosa das Chagas

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