O vereador Delano Santiago (PMDB), há alguns dias vem se pronunciamento sobre uma portaria que foi editada ainda na administração do ex-prefeito, Vladimir Azevedo. Contudo, continua a persistir nos cinco meses iniciais de Galileu Machado. Ela proíbe que propagandistas de laboratórios visitem os postos de saúde e consequentemente em tais visitas deixem amostra grátis, ou seja, vários remédios seriam deixados de graça, e os pacientes poderiam usar, com os médicos os receitando – O edil afirmou que a alegação para ter editado a portaria, era que não havia local adequado para armazenamento dos remédios grátis, e que tais remédios estavam sendo retirados do local, sem nenhum controle, além da reclamação dos pacientes pelo tempo que os propagandistas passavam no consultório do posto de saúde – Delano afirmou que esta proibição se deu em 2015, continuou em 2016 e passou para a gestão de Galileu em 2017. E disse o que mais lhe preocupa: “Assumiu um médico, vice-prefeito; um médico, secretário de saúde; Um médico, vereador e líder do partido (PMDB) e um médico Presidente da Comissão de Saúde. Isso me assustou por que o município em Estado de Calamidade Financeira, não quer receber remédio de graça, através das amostras grátis. Por isso questionei o secretário municipal quando ele esteve na Câmara. E na próxima semana já convidei a diretora de Atenção Básica e a diretora de todas as farmácias públicas que pertencem ao município. É necessário que o secretário de saúde mude essa portaria para o município receber essas amostras grátis” – O vereador afirmou ter ficado “pasmo” por que ele ao chamar a iniciativa privada, ou seja os representantes dos laboratórios, eles atenderam rapidamente, enquanto o setor público, ligado a saúde, está com dificuldades de receber os propagandistas que querem voltar a visitar os postos e doar os remédios, através das amostras grátis – Delano finalizou explicando que a visita dos propagandistas de laboratórios em consultórios médicos particulares, é normal, e que reverte para os próprios pacientes, e isso também precisa ocorrer no atendimento público.