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Delano estranhou que para a implantação do HSJD II, o processo tenha passado pela Câmara e para o seu encerramento, nada foi comunicado ao Legislativo e sequer a Comissão de Saúde da Câmara.
O vereador também ressaltou que o objetivo do HSJD II não foram alcançados em nenhum momento, e deu a entender nas entrelinhas que o médico, sem citar seu nome, Geraldo Couto, estaria de olho era nas AIH (Autorização de Internação Hospitalar) pagas pelo governo, por cada paciente internado. Pois segundo o edil, a toda hora eles eram chamados por denúncias de que o local estava se tornando um deposito de pessoas.
Delano Santiago questiona como eles (Governo e HSJD) vão manter duas casas, se não estão conseguindo manter uma. Se na Farmácia não existe sequer o “aparelhinho” de medir glicose. “Pode ir lá hoje, não tem o aparelho – Tem uma lista de remédios de glicose e de pressão alta que não tem em nenhuma das farmácias, do São José, Niteroi e Central – Não estão conseguindo administrar um posto de saúde como vão administrar um Hiperdia”, afirmou o vereador.
O vereador não esquecer de falar da mão de obra, como médicos e enfermeiros: “Eu gostaria de saber quem vai trabalhar lá. Se os postos de saúde estão demitindo as enfermeiras. Não estão renovando os contratos. Agora com o hiperdia vai poder? – Quem são os médicos? – Vai ter uma varinha de condão para aparecer remédios? Vai ter uma varinha de condão para pagar os médicos que vão querer receber R$ 1.800 (mil e oitocentos reais)? Vai ter uma varinha de condão para pagar as enfermeiras?”, questionou Delano.
“Não é tão simples assim, como eles pensam que é implantar um hiperdia – Enquanto o hiperdia não estiver funcionando, o que será feito? Aquilo ali, vai virar um deserto, ou uma nova cracolândia”, vaticinou o edil.




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