Em julho deste ano, novamente os promotores responsáveis entenderam que não houve irregularidades nem “desvio de finalidade” na construção.
O caso foi então encaminhado ao Conselho Superior, formado pelo procurador-geral de Justiça, pelo corregedor do Ministério Público e procuradores. O conselho tem como uma de suas funções ratificar o encerramento de investigações.
Continua depois da publicidade
Hoje senador, Aécio, que governou Minas de 2003 a 2010, sempre sustentou que a construção se baseou em critérios técnicos e que não houve favorecimento à família.
Continua depois da publicidade






