“Todos os dias os agentes que atuam no combate a dengue se deparam com uma quantidade grande de objetos que podem se constituir em criadouros do mosquito Aedes aegypti. Se não houver mobilização por parte da população, atuando na eliminação destes focos, com o início das chuvas e do tempo quente corre-se o risco de que milhares de mosquitos se desenvolvam”, pontua a diretora de vigilância em saúde. Celina Pires.
Ainda de acordo com Celina, o desenvolvimento do Aedes aegypti não representa só o problema da dengue, mas também da transmissão da chikungunya e da febre zika.
“A situação é tão séria que um único mosquito infectado pode picar uma pessoa e poderá transmitir, ao mesmo tempo, as três doenças que tem como vetor o Aedes aegypti”, explica a diretora.
Conforme o apontado no último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti e do Aedes albopictus-LIRAa, 90% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências.
Arrastões
A Semusa segue realizando os Arrastões de Limpeza. De agosto a 18 de setembro foram registrados 33.991 kg de materiais diversos (garrafas pet, sacolas, pneus e outros) e que colocavam em risco a saúde de milhares de pessoas. Abaixo, acompanhe os dados parciais dos Arrastões de Limpeza no período descrito acima.
• Bairros e quantidade retirada:
Icaraí – 1.850 kg
Planalto – 450 kg
Centro – 280 kg
Afonso Pena – 350 kg
Niterói – 1.400 kg
Dom Pedro – 2.850 kg
Porto Velho – 1.870 Kg
Total – 9.050 kg
• Pneus recolhidos:
Região Sudeste (412 pneus) – 5.629 kg
Região Nordeste (59 pneus) – 1.490 kg
Região Central (123 pneus) – 2.745 kg
Região Norte (138 pneus) – 4.416 kg
Região Sudoeste (109 pneus) – 1.276 kg
Região Oeste (541 pneus) – 9.385 kg
Total: 1.382 pneus – 24.941 Kg
Total geral do período: 33.991 kg
Fonte: Secretaria de Comunicação da SEMUSA (Rodrigo Dias)



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