De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Celina Pires, esse é um dado muito preocupante, pois o índice aceitável é menor que 1%. “Esse é um dado que tem nos preocupado bastante e, precisamos cada vez mais, buscar a mobilização das pessoas pois, aos poucos as chuvas estão chegando e, com elas, os focos dos mosquitos. Esse número de 2,07% é muito acima de 0,9% que encontramos em outubro. A gente pede que as pessoas façam a parte delas para retirar os recipientes que acumulam água para o desenvolvimento do mosquito” destacou.
Os recipientes com os focos encontrados nestas ações dos agentes foram eliminados ou tratados. Somente no mês de novembro foram retirados cerca de 36.580 kg de recipientes de dentro de casas e de janeiro a novembro de 2014 esse número já chega a 374.071 kg. “Infelizmente esses números nos dá a impressão de que as pessoas não estão entendendo a gravidade da dengue e, agora, da chikungunya. Devemos lembrar que o aedes aegipty é o transmissor da dengue, que nesse ano de 2014 matou seis pessoas em Divinópolis e que ele também é o transmissor da febre chicungunya que é essa doença também grave que está entrando agora em Minas Gerais. Nosso trabalho é incansável, temos que continuar trabalhando e mobilizando a população sobre a gravidade deste problema, pois sem o apoio de todos não venceremos esta batalha” alertou.
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