|
{youtube}SjfyKb60wbY{/youtube}
|
O uso e ocupação do solo, com seus respectivos licenciamentos em Divinópolis, virou peça de ficção, coisa para inglês ver – A revolta de uma minoria de ambientalistas que fazem apenas número no CODEMA, é geral. Já que a maioria dos membros pertencem ao governo, se não diretamente, segundo o regimento interno do CODEMA, indiretamente pela política do “é dando que se receber”, ou o mais adequado “é aprovando que se tem as benesses do governo e dos empresários interessados”.
Todos os projetos e ações de interesse da administração municipal, que na maioria das vezes envolvem interesses empresariais, são aprovados nos mais diversos conselhos municipais, daí a necessidade estratégica que o governo tenha total domínio numérico de tais conselhos.
![]() |
Outro grande problema são as doações de terras do município, que são dadas para empresários como contra partida de desenvolvimento econômico para a cidade, mas nem sempre, ou melhor, quase sempre, o desfecho é outro. Contudo, o polémico tema será pautado em uma futura matéria, em momento oportuno.
A ocupação de logradouros públicos do município, não é prerrogativa somente com o empresário José Alonso, existem outros, vários, inclusive um do segmento de veículos que ocupa uma rua como estacionamento fechado para veículos de suas empresas e de clientes.
![]() |
Enquanto isto, as autoridades enxergam, mas não veem. Só se forem provocadas e ainda assim nada é resolvido, passa para o rol do normal.
Segundo uma fonte que atua na área e sabe como é o “riscado” do negócio, é comum que empresários que criam grandes empreendimentos imobiliários, como uma forma de reciprocidade ou até mesmo estratégia de prevenção de aborrecimentos futuros, costumam praticar preços diferenciados para selecionados clientes, que além do mais são formadores de opinião. Afinal o que são 10 lotes em empreendimentos que ultrapassam mais de 100? Nada.
![]() |
![]() |
As imagens mostram claramente a proximidade da Rua que está sendo aberta, sem nenhuma contenção, e próximo da rodovia – O ambientalista Jairo Gomes, questionou a situação.










