A situação do hospital é trágica com certas nuances de comicidade, ou seja, tragicômica. Quando em uma entrevista coletiva é informado que existe um desvio comprovado de 3% e o fato é tratado quase como quase normalidade, como se o percentual de 3% sobre R$ 120 milhões não fosse significativo. Os R$ 3,6 milhões.
É uma situação cômica também quando uma empresa internacional de auditoria, como a Pricewaterhouse realiza um auditoria no Brasil e entrega o relatório do resultado final, em espanhol e que posteriormente é necessário fazer a tradução.
É mais tragicômica a situação, quando um prestador de serviço fiscaliza ele mesmo. No caso o médico Geraldo Couto gestor da OS que administra a UPA e ao mesmo tempo faz parte da gestão do HSJD que recebe e envia pacientes também da UPA. Ele fiscaliza ele mesmo e manda e recebe serviços para ele mesmo.
Veja alguns links
GESTÃO DESCONTROLADA DICTUM: médicos da obstetrícia suspendem atendimentos de partos no São João de Deus (HSJD)
Hospital São João de Deus sem médico clínico neste domingo (28) não atente paciente e por pouco provoca sua morte

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