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Segundo o dirigente sindical Alberto Gigante, um dos gargalos são as UEAS (UNIDADE ESPECIAL DE ASSISTENCIA A SAÚDE) que não está cumprindo o seu papel de ser um filtro para a UPA (Unidade Básica de Saúde), conforme comprovou o Divinews na última sexta-feira (04), quando esteve na Unidade Central, à noite e presenciou que um único médico estava atendendo a demanda das outras três unidades, Oeste, Sudeste e Noroeste que estavam sem médicos e sobrecarregou o Centro.
Outro problema detectado é a vazão que o HSJD 2 (Antigo Pronto Socorro) com os seus 50 leitos precisa dar para a UPA, pois se travar, todo o SIM estará travado. E segundo informações já está ocorrendo demora na liberação de leitos da UPA para o HSJD 2.
Outro grave problema que envolve uma severa fiscalização é quanto a irradiação que está ocorrendo com o Raio X, da UPA, que é portátil e não está devidamente protegido, colocando pessoas em risco de se contaminada com a irradiação da maquina.
A demora dentro do processo de Manchester está passando do limite razoável, pois as fitas de cor amarela que deveriam ser atendidas em uma hora está sendo atendido com 3 (três) horas.
Outro fator negativo que precisa ser resolvido o mais rápido possível é quanto ao fluxo do trânsito. Já fizemos dois testes de deslocamento. Um de carro e outro de moto. Ambos saindo exatamente do mesmo local, Avenida Primeiro de Junho, esquina com a Rua Goiás. De moto no horário do rush, às 17h45min o tempo foi de 20 minutos e de carro às 18h30min 30 minutos. Nos dois casos havia retenções no trânsito na subida da Rua Goiás no Porto Velho, e no inicio da Rua Bonsucesso.
A situação começa a se apresentar com tanta gravidade que colhemos informações que já estão usando a maca do necrotério como maca de atendimento de pacientes nos corredores da UPA.
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