Os veículos de comunicação baseados em informações truncadas fornecidas por várias pessoas ao policial comandante da operação. Que inicialmente, na parte da manhã desta quarta-feira (02) deram uma versão para o caso que posteriormente não se confirmou. Que a cuidadora de um idoso residente na Avenida Primeiro de Junho, 224, no prédio Alvimar Mourão o teria abandonado desde o dia anterior, caracterizando o crime de “abandono de incapaz”.
Ela (cuidadora) toma conta do idoso há mais de 5 (cinco) anos e tudo não passou de um grande mal entendido já que a suposta vítima é um doente esquizofrênico e sem noção de tempo e espaço. Além de confundiu o tempo que estava no apartamento ele ainda tinha uma chave do imóvel em seu poder e só não abriu a porta, como já fez em outras ocasiões, porque ficou desorientado.
Todo um aparato policial foi mobilizado, pois as informações trucadas que a policia obteve inicialmente, através de telefonemas era que havia uma tentativa de suicídio em andamento no prédio, posteriormente falou-se até que o idoso estaria refém da cuidadora, no apartamento. Por essas razões seguindo uma norma padrão a Policia Militar mobilizou um grande efetivo e até o Corpo de Bombeiros foi chamado.
Segundo a cuidadora, ela tinha saindo na manhã desta mesma quarta-feira (02) para fazer compras em um supermercado e o idoso não quis acompanhá-la por que estava muito cedo, como já vez em outras vezes, ela teria saido rapidamente, e em sua versão o porteiro ainda não havia chegado. E que as gravações das câmeras de segurança.
A contradição que a policia relata que ela entrou, segundo ela, foi por nervosismo. Como ele é esquizofrênico desde os 17 anos não tem noção do que faz e qualquer tempo que ela se ausenta para fazer pequenas compras ele entra em desespero, criando uma grande confusão e deixando os moradores confusos quanto a veracidade dos fatos.
O idoso só tem um primo que mora no Rio e ele quem paga todas as despesas com ele, que não tem nenhum parente vivo mais.
A cuidadora foi encaminhada para Delegacia, acompanhado de um dos moradores do prédio que explicou ao delegado Marcelo Nunes que tudo não passava de um grande mal entendido que ganhou proporções desnecessárias.
O fato é que um telefonema quase que inconseqüente para a PM gerou um grande prejuízo para os cofres públicos, já que mobilizou um aparato policial totalmente desnecessário.
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OLHA O APARATO PARA UMA SIMPLES OCORRÊNCIA, QUE SE CONFIRMOU DEPOIS
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