Este resultado pífio de Divinópolis não coaduna com a realidade de sucessos de gestão tucana que o programa partidário eleitoral do senador Aécio Neves tem exibido. Está fora do eixo de “case” positivo do PSDB.
O Brasil, em agosto gerou 127 mil novas vagas, crescendo quase 27% em relação ao mesmo período em 2012. Veja matéria da Agência Brasil.
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Divinópolis toma olé das cidades da região na criação de empregos em 2013
Sem incentivos da administração municpial, a indústria confeccionista de Divinópolis, grande alavanca de empregos, vem sofrendo e cada vez mais as fábricas reduzem número de funcionários
O Ministério do Trabalho divulgou nesta sexta-feira (20) os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), relativos ao mês de agosto. O Cadastro, criado em 2002, mede o comportamento do País, Estados e Municípios na criação de vagas no mercado de trabalho.
No Centro-Oeste de Minas, os dados relativos ao mês de agosto, mostram que entre as cidades da região com mais de 30 mil habitantes, Bom Despacho foi o município com melhor desempenho. A classificação das cidades é feita em valores relativos (proporcionais) visto que há diferenças entre os municípios com relação ao número de habitantes e o volume de indústrias, comércio e vagas nos serviços públicos.
Em agosto, Bom Despacho criou 226 novas vagas de emprego, o que significa um crescimento de 2,23% em relação ao mês anterior. Em segundo lugar está a cidade de Oliveira, que abriu 150 novas vagas, aumento de 1,67%. Já em terceiro aparece Lagoa da Prata, com 110 novas vagas, aumento de 0,95%. Divinópolis fica apenas na quinta colocação, com 210 novas vagas de emprego, o que significa 0,37% de aumento em relação ao mês passado.
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Veja a classificação dos nove municípios da região, com população acima de 30 mil moradores
1 – BOM DESPACHO, 226 – 2,23%
2 – OLIVEIRA, 150 – 1,67% 3 – LAGOA DA PRATA, 110 – 0,95% 4 – NOVA SERROANA, 176 – 0,65% 5 – DIVINPÓLIS, 210 – 0,37% 6 – PARÁ DE MINAS, 39, 0,15% 7 – FORMIGA , -6, -0,04% 8 – ARCOS , 16, -0,17% 9 – ITAÚNA, -170, -0,69%
ACUMULADO NO ANO
Quando se faz a comparação do número de empregos criados de janeiro a agosto desse ano entre as cidades do Centro-Oeste do Estado, Divinópolis leva um verdadeiro baile entre os municípios da região. O dado é sintomático e mostra que além da crise nacional verificada desde o início do ano, com o aumento da inflação e a retração na produção industrial, o governo tucano que administra Divinópolis definitivamente não tem uma política voltada para a geração de novos empregos. Mostra também que a administração do prefeito Vladimir Azevedo (PSDB), além de uma calamidade total em áreas fundamentais como saúde, saneamento básico e infraestrutura, também derrapa de forma grotesca quando se trata das questões sociais, uma vez que a geração de emprego significa dar qualidade de vida às famílias.
Cidades com menor número de habitantes, atividade comercial e industrial muito inferior à Divinópolis, tiveram desempenho infinitamente superior. Os dados regionais, no período de janeiro a agosto mostram o desastre da administração de Vladimir Azevedo, já que a cidade ficou atrás de seis municípios, todos com menos de 100 mil habitantes. Na criação de empregos nesse período, Divinópolis só conseguiu ficar à frente de municípios com menos de 30 mil habitantes, à exceção da cidade de Formiga.
Veja o número de vagas abertas no mercado de trabalho de janeiro a agosto de 2013 nas cidades da região
1 – Nova Serrana – 3.909
2 – Lagoa da Prata – 1.124 3 – Bom Despacho – 952 4 – Itaúna – 835 5 – Oliveira – 798 6 – Pará de Minas – 639 7 – DIVINÓPOLIS – 391 8 – Formiga – 352 9 – Cláudio – 206 10 – Perdigão – 166 11 – Carmo da Mata – 157 12 – Itapecerica – 129 13 – Luz – 116 14 – Martinho Campos – 114 15 – Conceição do Pará – 107 16 – Pitangui – 99 17 – Arcos – 80 18 – Carmo do Cajuru – 80 19 – Moema – 76 20 – Araújos – 64 21 – São Sebastião do Oeste – 51
Nas cidades de Santo Antônio do Monte e São Gonçalo do Pará, os índices foram negativos no acumulado de janeiro a agosto desse ano. Em Santo Antônio do Monte, foram 45 vagas de empregos a menos, enquanto em São Gonçalo do Pará, foram 65.
PAPELÃO DE DIVINÓPOLIS
Quando se faz a comparação em percentuais, percebe-se com maior nitidez o papelão de Divinópolis na criação de novas vagas de emprego, no período de janeiro a agosto. A cidade ficou atrás de todos os municípios da região com mais de 40 mil habitantes, conseguindo superar apenas Formiga.
VEJA A COMPRAÇÃO
1 – NOVA SERRANA
Prefeito – Joel Pinto Martins (PTB) Vagas de emprego – 3.909 – 2.918 a mais que Divinópolis, ou 746,29%
2 – LAGOA DA PRATA
Prefeito – Paulo César Teodoro (PDT) Vagas – 1.124 – 773 a mais que Divinópolis, ou 187,46%
3 – BOM DESPACHO
Prefeito – Fernando Cabral (PPS) Vagas – 952 – 571 a mais que Divinópolis, ou 146,06%
4 – ITAÚNA
Prefeito – Osmando Pereira (PSDB) Vagas – 835 – 444 a mais que Divinópolis, ou 113,55%
5 – OLIVEIRA
Prefeito – João Batista de Souza – João da Madalena (PTB) Vagas – 798 – 407 a mais que Divinópolis, ou 104,09%
6 – PARÁ DE MINAS
Prefeito – Antônio Júlio (PMDB) Vagas – 639 – 248 a mais que Divinópolis, ou 63,42%
7 – DIVINÓPOLIS
Prefeito – Vladimir Azevedo (PSDB) Vagas – 391
Por Paredão (Jotha Lee)
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Foram criados 127,6 mil postos de trabalho com carteira assinada em agosto deste ano, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (20) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Esse saldo representou uma melhora em relação a julho, quando foram registrados os piores índices para o mês desde 2003. Com relação a agosto de 2012, quando foram criados 100,9 mil postos, a performance representa crescimento de 26,46%.
O balanço de agosto foi resultado de 1.845.915 admissões e 1.718.267 demissões. No acumulado do ano, nos oito primeiros meses, foram gerados mais de 1 milhão de postos com carteira assinada.
De acordo com os dados do MTE, os setores com os melhores desempenhos em agosto foram serviços (com geração de 64,2 mil empregos), comércio (50 mil) e indústria de transformação (11,3 mil). Os setores com o desempenho mais fraco no mesmo período foram agricultura (-12 mil) e serviços industriais de utilidade pública (-448).
Segundo o ministério, o fechamento de postos na agricultura ocorreu devido a motivos sazonais, especialmente relacionados ao cultivo de café e de sementes em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.
Regionalmente, o Sudeste registrou a maior quantidade de empregos gerados em agosto (com 51,1 mil), seguido pelo Nordeste (33,1 mil); pelo Sul (27,8 mil), pelo Centro-Oeste (9,2 mil) e pelo Norte (6,2 mil). Os estados com os melhores desempenhos foram São Paulo (39,5 mil), Paraná (12,2 mil) e Rio de Janeiro (10,1 mil). Os piores foram Minas Gerais (-1,7 mil) e Acre (-47).
Fonte: Agência Brasil
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