Insegurança
O Sindicato recebeu uma demanda de servidores da UPA Central relativa à falta de segurança para os que trabalham naquela unidade. Eles queixam que, como porta de entrada para as urgência e emergência, a unidade é responsável pelo atendimento de todos os casos decorrentes de delitos ligados à violência.
Tal fato acarreta frequentes situações de risco e a unidade não dispõe de nenhum recurso que garanta a integridade dos servidores e dos usuários que procuram atendimento. O assunto foi levado à direção da unidade que, apesar de reconhecer tal fragilidade, apenas aconselhou o acionamento da Polícia Militar quando a situação demandar.
No entanto, os servidores alegam que as iniciativas tomadas neste sentido não lograram nenhum êxito e o clima na UPA está revestido de insegurança e medo.
De acordo com o diretor do SINTRAM e servidor na UPA, Alberto Gigante, a imprensa nacional já divulgou inúmeras situações em que a falta de segurança nas unidades de saúde chegaram ao extremo de expor os presentes a risco de morte com desfechos fatais. Esta realidade não é privilégio de Divinópolis e está muito ligada aos casos de uso e comércio de drogas. “Anteriormente a situação era contornada pelo sistema de controle na portaria, porém a atual administração resolveu retirar as grades de proteção, sob o argumento de que elas dificultavam o acesso dos usuários. O tempo mostrou que esta foi uma atitude incorreta e nada foi feito para corrigir tal erro”, informou.
Sobre o clima de insegurança, Gigante alertou sobre casos recentes que aconteceram na região. “Não existe médico na Floramar e os detentos são atendidos na UPA. A Polícia Militar leva baleados e envolvidos em disputa de tráfico para serem atendidos na UPA. Estamos a mercê, por exemplo, de um acerto de contas, como ocorreu recentemente em um hospital na cidade de Itaúna.
A atual administração precisa pensar mais na defesa dos divinopolitanos usuários do Pronto Socorro e dos servidores que lá atuam. Será que vão esperar acontecer uma desgraça para só então tomar alguma atitude?”, questionou.
Proteção
O Sindicato recebeu a denúncia de que os agentes comunitários de saúde, que executam seu trabalho percorrendo os domicílios nas equipes de saúde da família, não estariam recebendo o protetor solar, que faz parte dos EPI – Equipamento de Proteção Individual.
A diretora de comunicação, Ivanete Ferreira, apurou que a denuncia tem fundamento, recebendo a resposta que a situação seria regularizada ainda este mês. “O protetor solar é indispensável para àqueles profissionais que trabalham no sol. Já comunicamos com a secretaria e acompanharemos até que a compra seja efetuada e os protetores distribuídos”, finalizou.
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Fonte: Assessoria de Imprensa SINTRAM
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