1 – Revisão da lei municipal 7.676/2013, especialmente em seus artigos 6° e 73, que dão poderes ao prefeito para adoção de medidas sem consulta à Câmara.
2 – Colocar em funcionamento imediato a UPA Ponte Funda, inaugurada no dia 5 de julho de 2012 e fechada após as eleições.
3 – Redução da tarifa e melhoria na qualidade de serviços do transporte público.
4 – Revisão do contrato de concessão do tratamento do esgoto com a COPASA visando a redução das taxas cobradas pelo serviço.
Mesmo o presidente do legislativo afirmando que as reivindicações não são todas resolvidas diretamente no âmbito legislativo, o coletivo interpreta que os vereadores são representantes do povo e devem atuar veementemente com seu papel fiscalizador. Portanto, cobramos a postura de fiscalização e de zelo pelos interesses públicos.
Em assembleia, os ocupantes decidiram não arrastarem os pés da Câmara Municipal de Divinópolis até que o presidente Rodyson compareça para atender às solicitações populares e iniciar imediatamente, em caráter extraordinário, trabalhos de mudança de horário das reuniões ordinárias. Entendemos que em um momento crítico, de efervescência e cobrança política, não deve haver recesso do legislativo. Se o povo exige a presença de seu maior representante político, ele não deve se acovardar diante de suas atribuições.
Exigimos o cumprimento da lei orgânica, no seu artigo 34, que reza sobre a convocação de reuniões extraordinárias em caso de urgência ou interesse público.
Este é um movimento organizado pelo povo, sem lideranças e luta por melhorias para todos os cidadãos divinopolitanos.
Coletivo de Ocupação da Câmara Municipal de Divinópolis
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