O curioso em toda essa confusão de invasão foi patrocinada pelos 14 vereadores governistas, que se não fosse a subserviência deles ao Executivo, nada disto estaria acontecendo. E que eles em discursos de independência entre os poderes. Chegaram a sugerir que as chaves do Poder Legislativo fosse entregues ao Ministério Público para que os promotores pudessem legislar, diante dos “pitacos” que estavam dando.
Pois é. Literalmente, na sexta-feira (05), as chaves do plenário tiveram que ser entregues aos Promotores de Justiça para que eles pudessem resolver um grande problema que nobres edis criaram ao atuarem legislativamente de forma totalmente equivocada contra o povo e a favor dos interesses do Executivo e indiretamente dos seus próprios para não perderem as benesses, entre elas a boquinhas para parentes e cabos eleitorais na Prefeitura.
De forma bem prática, foram os Promotores que de posse das chaves, e de forma resoluta e sem os tais “pitacos”, estão resolvendo os graves e sérios problemas do município, enquanto os edis e o presidente, que diz que só respeita os “homens da capa preta”, estão de recesso, de férias. Na mais acintosa irresponsabilidade com o município. Rodyson, o “presidente” está ou esteve na Argentina, enquanto a cidade “pega fogo”.
A sociedade quer ver que tipo de discurso eles terão ao retomarem os trabalhos ao término do recesso. Com que caras vão fazer seus “pronunciamentos” e se continuarão na contramão da vontade popular.
![]() No plenário da Câmara no momento que os Promotores Alessandro Garcia e Gilberto Osório assinam Petição solicitando prazo de 72 horas para o Juiz da Vara de Fazenda, salvando o pescoço do presidente e dos vereadores |






