Eles vão prá lá, vem prá cá, recebem telefonema daqui e dali (São instruções passadas pelo Executivo) teleguiados pela vontade da Prefeitura (Tem até um Faraquinho/pastor presente em todas reuniões da Câmara. Lá está ele com seu notebook, escreve-se não se sabe o que). Enquanto os eleitores dos tais vereadores, arrependidos com voto, lhes dão pancadas nas ruas (isso eles não contam não).
Esse prólogo todo é para noticiar o veto ao primeiro projeto que aportou na Câmara da Prefeitura, o 001/2013, o da Feira das Flores, de autoria do vereador Anderson Saleme, que caiu em desgraça diante do Executivo e conseqüentemente da Presidência da Câmara Municipal da Prefeitura de Divinópolis, o vereador Rodyson do Zé Milton, que até torce o nariz para o agora ovelha negra da família “Saleme”.
Este governo é muito criativo, cheio de inovações e revoluções sempre para o lado negro da força. Depois de 10 anos de realização da Feira das Flores. Sem problema alguma a Prefeitura liberando o alvará para a realização do evento, inclusive o atual prefeito desde que assumiu em 2009 estava concedendo o alvará, sem nenhum problema. Até no ano passado com a Praça recém recuperada pela Gerdau, o evento foi liberado.
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Mas neste ano, o prefeito resolveu vetar o vereador autor do projeto de Lei que pretendia tão somente colocar oficialmente a Feira dentro do calendário de festividades do aniversario da cidade, todos os anos. O “signatário” maior da cidade, apesar de que o vereador Hilton de Aguiar afirmou que o prefeito não manda nada quem manda é a dupla de Batman e Robin, Faraco e Adriano (Tem que saber quem é o Batman e quem é o Robin), resolveu que, apenas por PICUINHA com o vereador Anderson não liberar a feira. E por isso vetou o projeto.
A comicidade legislativa é que os vereadores do prefeito que haviam votado antes favorável ao projeto resolveram não contrariar o chefe e votaram com o veto do prefeito. Os vereadores da atual legislatura são os melhores de todos os tempos. Nunca na história de Divinópolis houve vereadores com tanta PERSONALIDADE.
Foram 8 votos favoráveis ao veto e 8 votos contra e uma abstenção. Contudo para derrubar o veto do prefeito seriam necessários 9 votos. O resultado propiciou a vitória do veto do chefe. Como esse tipo de votação é secreto, vai saber como cada um votou. Mas é possivel saber quem é quem. Só os eleitores prestarem atenção na atuação de cada um. E em 2016 decidirem quem volta para o trono e quem não volta nunca mais.
O Divinews entrevistou o vereador Anderson Saleme que teve a Lei aprovada e depois derrubada pelo veto do prefeito. Resumo da Ópera Búffa, o veto do chefe não é para as flores e sim do vereador. Aí as flores e os organizadores pagam juntos.
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