Moradores, vereadores e representantes do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente e do Ministério Público expuseram dúvidas que foram respondidas por representantes da prefeitura e da Copasa.
Foram sugeridas melhorias ao projeto para que não se repitam transtornos como os causados pela ETE Bananeiras. Desde a inauguração da estação moradores da região da Barreira sofrem com o insuportável mau cheio exalado do local.
Presente, o gerente distrital da Copasa em Lafaiete, Glauco Sampaio, deu garantias de que o projeto da nova estação do Ventura Luiz não irá gerar incômodos à comunidade e contará com uma evolução tecnológica e operacional superior à empregada no primeiro projeto.
Viladerlan Alves de Souza Júnior (foto) presidente da Associação de Moradores da Região da Água Preta, local onde a ETE será construída, disse que a reunião foi produtiva e resta agora acreditar que a Copasa fará um projeto que de fato preserve o meio ambiente.
O líder comunitário informou que uma cópia da ata da reunião desta quarta-feira será encaminhada à Assembléia Legislativa de Minas Gerais visando o agendamento de uma nova audiência, para assegurar a execução de um projeto eficiente no ribeirão Ventura Luiz.
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Mudança de área
Autor do requerimento para a realização da audiência, o vereador José Ricardo Sírio – o Zezé do Salão – (PMN), avaliou que a Copasa apresentou dados importantes.
Ainda assim, ele insiste na necessidade de mudança da área de construção para depois da lagoa Água Preta como forma de evitar danos irreparáveis em caso de rompimento da estação de tratamento de dejetos.
Mas, durante sua fala, o gerente distrital da Copasa, Glauco Sampaio, destacou enfaticamente esta hipótese afirmando que o terreno escolhido, acima da lagoa, é o que reúne as melhores condições técnicas para receber o empreendimento e a alteração do local acarretaria impacto ambiental ainda maior.
Fonte: Jornal Tribuna Livre – Conselheiro Lafayete
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