No passado, o atual secretário de Operações Urbanas, Adilson de Farias Quadros, constituiu uma empresa chamada Placadil, que tinha como objetivo sinalizar toda a cidade. Que fim levou a empresa e o projeto ninguém sabe. O fato é que, até hoje as ruas continuam da mesma forma, sem nenhuma sinalização, se é difícil para os moradores, imaginem o que os turistas não passam tentando localizar um simples endereço.
Veja a matéria do Megaminas.
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Divinópolis é um polo confeccionista que recebe milhares de compradores de várias regiões. Porém, andar pela cidade é um problema para quem vem de fora e também para os moradores. Quem depende dos endereços para se localizar enfrenta um desafio.
A cidade tem 300 bairros e mais de três mil ruas, além de muitos cruzamentos sem placas de identificação. Só na área central da cidade são cerca de 200. O problema dificulta a rotina de muita gente, como a dos taxistas. A situação se torna pior na parte da noite quando o movimento diminui e é difícil encontrar pessoas para dar algum tipo de informação. O Sistema de Posicionamento Global (GPS) seria uma alternativa, mas muitas ruas ainda não estão cadastradas ou têm nome diferentes das que existem hoje. O carteiro André Belo confirma a dificuldade de se localizar em Divinópolis. Ele tem a profissão há três anos e precisa entregar, em média, 1.300 correspondências por dia. “É complicado, muito complicado. Tem que perguntar a muitos moradores. Isso ocasiona o atraso nas correspondências e até acaba numa devolução após um pesquisa frustrada”, destaca. Achar ruas também em bairros como Porto Velho, Maria Helena e Mangabeiras é uma tarefa complicada. A comerciante Janaína Rodrigues reclama: “não tem nem placas simples. Igual no meu caso quando vou fazer uma entrega. E para achar o endereço?” Em alguns bairros, muitos postes foram pintados com os nomes das ruas para facilitar a localização. |





