No sistema informatizado ele inseria dados falsos e liberava os veículos até para quem não eram os proprietários, cobrando entre R$ 200 e R$ 500 reais.
O funcionário trabalhava há mais ou menos um ano com o delegado de trânsito, Fernando Vilaça, e já vinha sendo investigado desde dezembro do ano passado. Ele já confessou o crime à policia civil, dizendo que facilitava a liberação de veículos que estavam nos pátios credenciados.
O crime só foi descoberto quando uma mulher, que havia vendido o veículo, mas mantinha os documentos do carro em seu nome, procurou a delegacia para questionar a existência de uma multa que havia vencido foi aí que descobriu que o carro, que deveria estar em um dos pátios cadenciados pelo Detran, já havia sido liberado para outra pessoa.
A delegada, Aparecida Quadros, acredita que o suspeito tenha liberado mais que os dez veículos que ele confessou.
Todas as pessoas que pagaram propina para ter os carros liberados serão ouvidas. Rafael foi levado para o Presídio Floramar





