Um transeunte ao passar em frente à lixeira ouviu um barulho diferente, parecido com os “bip”, “bip” de abertura de garagens. Achou estranho e comunicou o fato a um policial que estava próximo. O policial, desconfiou que poderia ser uma bomba e imediatamente chamou o Gate, que ao chegar já foi isolando toda área.
Além dos policiais do esquadrão anti-bomba do Gate, comandados pélo sargento Adriano Nunes, havia no local cerca de outros 30 policiais e agentes de trânsitos que chegaram posteriormente.
Três policiais se aproximaram da lixeira de onde vinha o barulho, munidos de escudos e capacetes, com um objeto tipo uma vara de ferro, reviravam o lixo com muito cuidado.
Em um determinado momento, os três se retiraram de perto da lixeira e foram preparar um outro artefato, tipo bomba também para explodir junto a lixeira, que segundo um dos policiais presentes na operação, a explosão de uma provocaria a explosão da outra. Foi o que ocorreu.
Por volta das 17h10min, houve a explosão. Os policiais testemunharam que a bomba que estava na lixeira também explodiu. Mas o que se ouviu foi somente um estampido.
A população curiosa se aglomerou nas imediações, e por diversas vezes os militares tiveram que pedir que todos se afastassem.
Um proprietário de um veículo, um Honda, que estava bem ao lado da lixeira, nervoso queria retirar o seu carro daquele local. Obteve a autorização dos policiais e rapidamente foi lá e retirou seu carro.
Muitas pessoas que estavam com carros guardados em uma garagem próxima, tiveram que esperar o término da operação. Assim como funcionários de alguns estabelecimentos comerciais que chegaram a encerrar o expediente, temendo pelo pior.
Vários boatos surgiram, que até um ex funcionário de um produtora, hoje preso, poderia ter sido o mandante da colocação da bomba. Nada confirmado.





