É sabido que a vida de um prefeito não é fácil, pois trata-se de uma personalidade ocupada. Entretanto, há que se priorizar as questões prioritárias. Isso não parece lógico? Para nosso representante, Vladimir Azevedo, nem tanto.
O tempo tem passado cada vez mais rápido, já estamos na primavera. Sabemos que no Brasil, um país tropical, existem duas fases temporais distintas: outono-inverno seco, primavera-verão chuvoso. Sendo assim, já estamos em tempo de chuva e é nesse período que o mosquito transmissor da dengue, Aedes Aegypti, espalha o vírus.
Esqueceram, porém, de contar essa história ao prefeito de Divinópolis, que só agora, em novembro, se reuniu com seus secretários para “estabelecer o conjunto de ações de combate à doença, pela mobilização de todas as forças do governo e pela convocação da população para agir contra a possível epidemia.”
Essa “preocupação toda” da prefeitura para com a doença é devido ao fato de nossa cidade ser a sexta entre vinte municípios com o maior número de notificações de casos em Minas Gerais.
Ora, não deveriam ter feito reuniões previamente? O plano já não deveria estar sendo executado?
É notório que a situação não vai acabar bem, tendo em vista que o mau planejamento gera um ciclo vicioso. Não realizar um bom trabalho de prevenção contra a dengue resulta em diversas pessoas infectadas, o que causa tumulto nos hospitais públicos, o que acaba gerando mais revolta na população.






