Justiça determina penhora de bens e sisbajud do vereador e presidente da Câmara de São Sebastião do Oeste, Adilson do Piso

Vereador Adilson do Piso enfrenta acusações graves e processos judiciais

Publicado por: Redação

O presidente da Câmara de Vereadores de São Sebastião do Oeste, Adilson de Castro Tavares, conhecido popularmente como “Adilson do Piso”, está no centro de uma série de acusações judiciais que colocam em xeque sua proposta e sua candidatura à reeleição. De acordo com informações obtidas pelo Divinews junto ao advogado Thiago Costa que representa os interesses do seu cliente Márcio Silva Oliveira , Adilson está sendo processado por diversas dívidas.

Dois processos chamam mais atenção. O primeiro, de número 5001621.35.2024.8.13.0336, trata de uma dívida inicialmente inserida em R$ 12.398,00, que hoje, com correções, chega a R$ 18.021,53. Nesse caso, Adilson teria firmado um acordo e emitido um cheque que foi devolvido por falta de fundos. Mesmo após um pedido para reapresentar o cheque, ele voltou a ser recusado, e, em seguida, foi sustado pelo vereador, agravando a situação. Já o segundo processo, de número 5000163.22.2020.8.13.035.0335, envolve uma dívida de R$ 45.385,75, também movida por Márcio Silva de Oliveira, cliente do advogado Thioago Costa. Esse processo está em fase de execução, ou seja, o credor busca a cobrança judicial dos valores devidos.

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Esses, no entanto, são apenas dois dos vários processos que envolvem o vereador. Existem ainda outras cinco ações judiciais contra Adilson, movidas por empresas e pessoas físicas. Entre eles, estão a Plasson do Brasil Ltda., Francisco Libério da Silva, AVIBRASIL Indústria e Comércio de Equipamentos Avícolas Ltda (com dois processos) e Romeu Antônio Silva. As dívidas estão relacionadas à principal atividade comercial de Adilson, que envolve a compra e venda de palhas de arroz, utilizadas pelos granjeiros como cama para frangos. Quando os frangos crescem, o material é

Pelo fato da sua atuação profissional, é que surgiu o apelido “Adilson do Piso”, mas, de acordo com Costa, o que deveria ser uma operação comercial legítima acabou se evoluindo em uma série de inadimplências. Segundo o advogado, Adilson tem o costume de comprar materiais, não pagar, emitir cheques sem fundos e, em seguida, sustentá-los, prejudicando seus fornecedores. Costa foi categórico ao afirmar que Adilson é um “caloteiro” e que, além de não honrar os pagamentos, ele também descumpre acordos jurídicos

Como resultado de suas práticas comerciais, Adilson foi denunciado por estelionato, e um boletim de ocorrência foi registrado contra ele. A situação é ainda mais crítica, dado o fato de que ele está concorrendo à reeleição. Com a proximidade das eleições, esses processos lançam sombra sobre sua campanha, gerando questionamentos sobre sua integridade de ocupar cargos públicos.

O caso de Adilson do Piso serve como um alerta para a importância da transparência e da responsabilidade dos gestores públicos, especialmente aqueles que pretendem manter-se no poder.

 

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