Ontem, o vereador fez alguns questionamentos ao executivo, como o não avanço do número de leitos disponíveis, o acusando de estar parado na burocracia própria dos governantes.
Disse ainda que, é preciso estudar junto com o Governo do Estado a alternativa de
dividir a responsabilidade na implantação do projeto de internação domiciliar. Isto traria uma série de benefícios para o município e para os pacientes. Uma das grandes vantagens para o governo seria a diminuição da alta demanda de nos hospitais. Para o paciente, seria a humanização e a diminuição dos riscos de infecções hospitalares entre outras.
Finaliza dizendo querer respostas sobre as Unidades de Pronto Atendimento – UPA, que ainda não começou nem as obras de nenhuma unidade. Por mais rápido que seja a montagem pré-moldada, não é entregue da noite pro dia.
Cobrou também o inicio das obras do Hospital Público, que sequer não começou ainda a terraplenagem
Conclama o Poder executivo a dar um novo rumo na história da saúde do município, atribuindo a ele tal responsabilidade, não é possível ficar na mesmice, só nos discursos que vai fazer, vai acontecer e não acontece.






