A Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEMDS), acompanha a situação de famílias venezuelanas que vivem no município e perderam parentes em decorrência do terremoto que atingiu a Venezuela.
Além do atendimento social e do acolhimento prestado pela equipe da assistência social, algumas famílias manifestaram o desejo de retornar ao país de origem para reencontrar familiares e enfrentar as consequências da tragédia.
Município busca orientações para eventual repatriação
Diante da situação, a Prefeitura informou que está em contato com os órgãos competentes para definir os procedimentos e protocolos necessários caso seja viabilizado um processo de repatriação.
Desde os primeiros atendimentos, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social acionou o setor de migração do Governo de Minas Gerais e também solicitou orientações ao Governo Federal, responsável pela coordenação das políticas migratórias e pelos procedimentos relacionados à repatriação de estrangeiros.
Prefeitura mantém acompanhamento das famílias
Enquanto aguarda as diretrizes oficiais, o município reforça que continua oferecendo todo o suporte social necessário às famílias afetadas.
Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Juliana Coelho, o objetivo é garantir acolhimento e seguir corretamente os protocolos definidos pelos órgãos responsáveis.
“A assistência social está acolhendo essas famílias e acompanhando cada caso. Também estamos em contato com o Governo do Estado e com o Governo Federal para que possamos seguir o protocolo adequado e oferecer todo o apoio possível neste momento de tanta dor”, destacou a secretária.
Relembre o terremoto na Venezuela
O terremoto que atingiu a Venezuela no último dia (24) causou mortes, destruição e deixou centenas de famílias desabrigadas. O tremor também foi sentido em países vizinhos, inclusive o Brasil, mobilizando autoridades locais e organismos de emergência para prestar assistência às vítimas.
Em Divinópolis, o impacto da tragédia ultrapassou as fronteiras, afetando diretamente famílias venezuelanas que vivem na cidade e agora recebem acompanhamento da assistência social enquanto aguardam orientações sobre os próximos passos.






