PC conclui inquérito e indicia homem por estupro de vulnerável em Carmo do Cajuru

Polícia Civil concluiu inquérito após reunir laudos, depoimentos e registros médicos sobre caso ocorrido na zona rural do município

Publicado por: Cassia Misael

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que investigava um caso de estupro de vulnerável registrado na zona rural de Carmo do Cajuru, no Centro-Oeste mineiro. Um homem de 43 anos, pai da vítima  uma criança de 7 anos  foi indiciado pelo crime após meses de investigação.

Segundo a Polícia Civil, os fatos aconteceram entre os dias 30 e 31 de janeiro deste ano, em uma propriedade rural onde o suspeito estava hospedado com a criança.

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De acordo com as investigações, o homem teria aproveitado o período em que estava sozinho com a vítima para praticar atos libidinosos. Testemunhas ouvidas durante o inquérito relataram ter escutado a criança pedindo para que as ações parassem.

Uma das testemunhas afirmou ainda ter presenciado parte da situação antes de interromper o ocorrido.

Laudos e exames reforçaram investigação

Conforme informado pela Polícia Civil, o inquérito reuniu diversos elementos considerados fundamentais para o avanço da apuração, incluindo depoimentos, laudos periciais e registros médicos compatíveis com a violência investigada.

O homem chegou a ser preso em flagrante na época dos fatos. Além do indiciamento por estupro de vulnerável, ele também é investigado por supostas ameaças feitas a testemunhas relacionadas ao caso.

Após a conclusão dos trabalhos investigativos, o inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que irão analisar os próximos passos do processo criminal.

 Crime causa forte comoção

O caso gerou grande repercussão em Carmo do Cajuru e também em cidades da região Centro-Oeste de Minas devido à gravidade das acusações envolvendo uma criança.

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Crimes classificados como estupro de vulnerável possuem penas severas previstas no Código Penal Brasileiro, especialmente quando envolvem menores de 14 anos. A legislação considera vulnerável qualquer pessoa nessa faixa etária, independentemente de consentimento.

A Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre a vítima para preservar sua identidade e garantir proteção integral à criança, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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