Moradores da região da Savassi, em Divinópolis, voltaram a denunciar o cenário de desordem registrado nas noites de sexta-feira. Segundo relato encaminhado ao portal, a convivência na área tem ficado cada vez mais difícil por causa de barulho, sujeira, urina nas ruas e sensação de ausência do poder público.
De acordo com a denúncia, o problema se concentra principalmente no entorno do chamado “curral” instalado na Avenida Antônio Olímpio de Morais, além de lojas de conveniência situadas em lados opostos da via. Na avaliação do morador, a situação já ultrapassou o limite do tolerável para quem vive na região.
O relato sustenta que, toda sexta-feira, a rotina dos moradores é afetada por movimentação excessiva, bagunça e falta de controle. Ainda segundo a queixa, as autoridades não estariam conseguindo conter os transtornos, o que aumenta a revolta de quem convive com o problema de forma recorrente.
Um dos pontos mais sensíveis da denúncia envolve as condições de higiene. Conforme o morador, os frequentadores usam a rua como banheiro, o que provoca mau cheiro constante logo nas primeiras horas do dia seguinte. A reclamação cita, inclusive, que o porteiro do Edifício Milênio precisaria lavar diariamente a área atingida por urina.
Além disso, o denunciante afirma que a estrutura instalada no meio da rua agravou a situação. Segundo ele, o espaço teria retirado vagas de estacionamento e contribuído para a concentração de pessoas em um ponto já marcado por reclamações. No mesmo relato, há menção de que a aprovação dessa instalação teria ocorrido na gestão de Eduardo Print Júnior.
Reclamações sobre perturbação, sujeira urbana e uso desordenado do espaço público costumam gerar forte impacto direto na vida dos moradores. Afinal, além do desconforto, esse tipo de cenário afeta sensação de segurança, mobilidade, limpeza e qualidade de vida em uma região movimentada da cidade.
Por isso, a denúncia reacende a cobrança por fiscalização mais efetiva e por medidas concretas para equilibrar lazer, atividade comercial e respeito a quem mora nas proximidades. Para os moradores, a permanência do problema transmite a sensação de abandono e de impunidade.
Agora, a expectativa é que os órgãos competentes avaliem a situação, apurem a denúncia e adotem providências para impedir que as noites de sexta-feira continuem terminando em transtorno para quem vive na Savassi.







Já virou um caso vergonhoso. Todo o poder público fazendo vista grossa. A polícia fazendo vista grossa. Não precisa de denúncia. Todo mundo sabe do problema e faz de bobo. Revoltante!