A Polícia Militar de Minas Gerais intensificou as ações de conscientização em Carmo do Cajuru nesta quinta-feira (19), como parte da estratégia nacional da “Operação Mês da Mulher”. Militares do 3º Pelotão da 142ª Companhia realizaram um ciclo de palestras focado na Prevenção à Violência Doméstica para os alunos da Escola Estadual Vigário José Alexandre. A iniciativa alcançou aproximadamente 700 estudantes, abrangendo os turnos matutino, vespertino e noturno, consolidando o ambiente escolar como um espaço fundamental de debate sobre a proteção dos direitos femininos. A ação cumpre as diretrizes de proximidade comunitária e educação preventiva, buscando romper o ciclo da violência antes mesmo que ele se inicie no ambiente doméstico.
Durante as apresentações, os militares abordaram temas sensíveis como os tipos de abuso, os canais de denúncia e as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. O formato interativo dos encontros permitiu que os adolescentes sanassem dúvidas reais sobre situações cotidianas, promovendo uma troca de experiências que fortalece o vínculo entre a sociedade civil e a PMMG. De acordo com o comando local, o objetivo central é formar multiplicadores de informação que possam identificar sinais de alerta dentro de suas próprias comunidades ou círculos familiares. A presença ostensiva e educativa da polícia nas escolas funciona como um escudo contra a desinformação e o medo.
Impacto social e os 250 anos da Polícia Militar de Minas Gerais
Esta mobilização em Carmo do Cajuru integra um calendário especial de celebrações e operações em todo o estado, reforçando o lema de “presença que protege”. Ao atingir um público jovem tão expressivo, a Polícia Militar planta uma semente de respeito e cidadania que reflete diretamente na redução dos índices de criminalidade a longo prazo. O envolvimento da Escola Estadual Vigário José Alexandre demonstra a importância da parceria entre as instituições de ensino e a segurança pública para a construção de uma cultura de não violência. A Operação Mês da Mulher segue com diretrizes rigorosas para garantir que a rede de apoio às vítimas seja conhecida e acessível a todos os estratos sociais.






