Operação após morte de sargento tem novo confronto com a ROTAM em Campo Belo

Cidade registra confrontos, prisões e apreensão de arsenal após ofensiva desencadeada pelas forças de segurança

Publicado por: Cassia Misael

A morte do 3º sargento Rodrigo Silva Pereira mudou o cenário de segurança em Campo Belo e colocou a cidade no centro de uma ofensiva policial de grande proporção. Desde a execução do militar, ocorrida na quarta-feira (04), as forças de segurança intensificaram operações, ampliaram o cerco a suspeitos e passaram a atuar com unidades especializadas em várias frentes.

Neste sábado (07), mais um capítulo dessa escalada foi registrado com a morte de um homem em confronto com equipes da Rotam no bairro Vale do Sol. Segundo as informações divulgadas até o momento, os militares tentaram abordar o suspeito durante a operação. Houve reação armada, troca de tiros e o Samu constatou o óbito ainda no local. Nenhum policial ficou ferido.

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O novo episódio reforçou o clima de tensão instalado em Campo Belo desde o assassinato do sargento. A resposta policial ganhou corpo com reforço de tropas especializadas e ações simultâneas para localizar suspeitos, sufocar a atuação de células criminosas e retomar o controle em pontos considerados estratégicos pela segurança pública.

Nos desdobramentos já divulgados à imprensa regional, a operação também resultou na prisão de 3 homens e na apreensão de 1 menor. Além disso, as equipes recolheram um arsenal que inclui fuzil 5.56, pistolas, revólveres, munições, carregadores, além de grande quantidade de drogas, celulares, veículos e dinheiro em espécie.

Entre os materiais apreendidos, apareceram 1.877 pedras de crack, 1.623 papelotes de cocaína, 533 microtubos de cocaína, 304 pinos de cocaína, 1.278 buchas de maconha e 40 microtubos de haxixe. O volume reforça a linha investigativa de combate a uma estrutura criminosa com atuação organizada na cidade.

A execução do sargento causou forte comoção e provocou reação imediata da corporação. O militar foi atacado quando chegava em casa, na presença do filho, em um crime que chocou moradores e elevou a pressão por resposta rápida das forças de segurança. Desde então, Campo Belo passou a conviver com operações sucessivas, diligências e confrontos em curto intervalo de tempo.

Com isso, a pauta deixa de ser apenas mais uma ocorrência policial e passa a retratar um cenário mais amplo. Campo Belo vive hoje um momento de tensão, cerco e enfrentamento direto ao crime, enquanto as autoridades tentam identificar todos os envolvidos e desmontar a rede por trás do assassinato do policial militar.

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