O estopim da investigação surgiu no dia 4 de julho, quando a direção da escola onde o adolescente estuda percebeu sinais claros de sofrimento e decidiu acionar as autoridades. A denúncia imediatamente chamou a atenção da PCMG, que abriu um inquérito detalhado sobre o caso.
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Durante as apurações, os investigadores descobriram informações ainda mais graves: os abusos começaram quando o menino tinha apenas 12 anos, revelando um histórico de violência brutal e prolongada dentro do ambiente familiar.
Com provas consistentes nas mãos, a equipe da Polícia Civil solicitou ao Poder Judiciário a prisão temporária do suspeito e um mandado de busca e apreensão na residência onde ele vivia. A Justiça autorizou tudo, e os policiais entraram em ação nas primeiras horas do dia.