Lohanna reage e acusa governo Zema de “má-fé” após fala de Mateus Simões sobre suposto prejuízo de R$ 150 milhões

Deputada expõe contradições de Zema sobre o hospital regional de Divinópolis

Publicado por: Redação

A deputada estadual Lohanna França rebateu, nesta segunda-feira (17), as declarações do vice-governador Mateus Simões sobre o Hospital Regional de Divinópolis. O vice afirmou que a parlamentar teria causado prejuízo de 150 milhões de reais ao Estado ao cobrar a retirada do hospital da lista do Propag. Lohanna classificou as declarações como desinformação e acusou o governo de tentar distorcer fatos públicos.

A deputada afirmou que Mateus Simões ignora dados da própria gestão estadual. Ela declarou que o governo Zema elevou a dívida de Minas em 64 bilhões de reais desde 2019. Segundo Lohanna, o Estado gastou 380 milhões de reais em viagens no período. Ela disse que esse gasto contradiz o discurso de eficiência administrativa.

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Lohanna explicou que sua cobrança sobre o Propag focou transparência e responsabilidade pública. A deputada declarou que não aceita narrativa que transforma a defesa do hospital em prejuízo para Minas. Ela reforçou que seu trabalho prioriza garantir atendimento digno à população do Centro-Oeste.

A parlamentar criticou a tentativa do governo de relacionar sua atuação ao atraso da abertura do hospital. Ela afirmou que a unidade aguarda abertura há mais de dez anos. Lohanna disse que pessoas esperam cirurgias e dependem da estrutura regional para atendimento rápido. Ela declarou que é covardia atrasar o funcionamento por disputa política.

Lohanna comentou também a discussão sobre federalizações. Ela afirmou que a proposta nasceu da oposição na Assembleia, com apoio do presidente Tadeu Leite e do senador Rodrigo Pacheco. A deputada criticou o governo Zema por tentar vincular o debate à venda de empresas estratégicas. Ela citou a Copasa como exemplo. Segundo ela, a federalização da Codemig já abateria parte da dívida estadual sem privatizações.

A deputada afirmou que Mateus Simões mostra desconhecimento sobre a saúde do Centro-Oeste. Ela afirmou: “Não estamos falando de ativo de 150 milhões. Estamos falando de vidas e de um hospital que milhões aguardam.” Lohanna reforçou que a abertura depende de prioridade política. Ela disse que o Centro-Oeste não aceita novos atrasos.

O embate amplia tensão entre oposição e governo em torno do Hospital Regional de Divinópolis. O tema volta ao centro da disputa política e eleitoral mineira. A população aguarda definição que coloque o hospital em funcionamento. Lohanna afirmou que continuará cobrando abertura imediata e combate à desinformação.

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