O deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL em Minas Gerais, respondeu às acusações feitas pelo jornalista Marco Antônio Costa, aque se apresenta como pré-candidato ao Senado, embora seja pouco conhecido no cenário político mineiro. O parlamentar do PL afirmou que nunca bloqueou qualquer agenda e declarou que sequer conhece os compromissos do comunicador, o que inviabilizaria qualquer tipo de interferência – A acusação do “Superman” foi feita na TV Supercanal, de Caratinga. Ocasião em que acusou Domingos de “bloquear agendas” (sic) e que acionará Conselho de Ética do PL (sic). Detalhe: ele é do Novo.
Domingos disse que sempre tratou todos os postulantes com ética e respeito e afirmou que não participa de articulações para prejudicar ninguém. Ele explicou que a escolha do candidato ao Senado não passa pelo diretório mineiro. Ele afirmou que a decisão será tomada pela direção nacional e pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, cabendo ao diretório estadual apenas referendar a indicação. Domingos afirmou que não existe conflito de interesse na condução atual.
A manifestação do deputado veio após declarações do autointitulado “superman” da Jovem Pan. Marco Antônio Costa alegou em entrevista ao Super Canal que pretende acionar o Conselho de Ética do PL. Ele disse que Domingos Sávio estaria usando sua posição interna para atrapalhar suas agendas políticas no estado.
O pré-candidato afirmou que recebeu confirmações de bloqueios durante articulações locais. Ele declarou que considera este tipo de conduta inadmissível dentro da legenda. Marco Antônio defendeu igualdade na disputa interna. Ele afirmou que a presidência estadual do PL não deve ser ocupada por alguém que também busca candidatura majoritária.
O comunicador também classificou o comportamento atribuído ao deputado como antidemocrático. Ele afirmou que a direção do PL precisa se posicionar. Ele disse que levará a denúncia ao Conselho de Ética porque busca o que chamou de “correção interna”.
As declarações, no entanto, causaram estranhamento dentro do partido. Líderes do PL apontam que Marco Antônio Costa não é figura amplamente conhecida na política mineira. A avaliação é que a denúncia pode tentar projetar seu nome na disputa pelo Senado. A crítica ganhou força porque ele chegou ao debate público com acusações diretas. O gesto ocorre antes mesmo de consolidar base eleitoral ou estrutura mínima de campanha.
O episódio cria clima de tensão dentro do PL mineiro. A legenda tenta organizar o espaço interno para as eleições de 2026. A disputa envolve nomes mais consolidados no estado. Com isso, a polêmica abriu discussão sobre intenções e estratégias adotadas por pré-candidatos que buscam visibilidade.
Com a resposta de Domingos Sávio, a denúncia deve seguir para análise apenas se formalizada. A situação expõe um embate que nasce muito mais de interesses individuais do que de divergências políticas estruturais. O caso pode movimentar diretórios de cidades como Divinópolis e Nova Serrana, que acompanham os próximos passos do partido.
Texto do Superman no Supercanal
Marco Antônio Costa afirma que acionará Conselho de Ética do PL contra Domingos Sávio por “bloquear agendas” e aponta conflito de interesse
O jornalista, advogado e pré-candidato ao Senado Federal, Marco Antônio Costa, esteve nos estúdios do Super Canal, em Caratinga, onde fez duras críticas ao deputado federal Domingos Sávio, atual presidente do Partido Liberal (PL) em Minas Gerais. Durante a entrevista, Marco Antônio declarou que irá formalizar uma denúncia ao Conselho de Ética da legenda, alegando que o dirigente partidário estaria atuando para prejudicar sua pré-campanha.
Segundo ele, é “inadmissível” que o presidente estadual do PL, ao mesmo tempo pré-candidato ao Senado, utilize sua posição interna na sigla para bloquear ou atrapalhar agendas políticas, prática que, de acordo com Costa, teria sido confirmada por pessoas que participaram das articulações.
“Vou fazer uma denúncia ao Conselho de Ética do Partido Liberal aqui do estado de Minas Gerais contra o Domingos Sávio. É inadmissível o Domingos Sávio ser pré-candidato ao Senado Federal e bloquear propositalmente as minhas agendas, com declaração inclusive das pessoas que participaram disso. E ser presidente do PL ao mesmo tempo… isso é conflito de interesse total. Existe um conflito ético que o tira da disputa de qualquer dos dois cargos: ou ele sai da presidência do PL, ou deixa de ser pré-candidato ao Senado”, afirmou Marco Antônio Costa.
O pré-candidato reforçou que sua intenção é garantir igualdade dentro da disputa interna do partido e que espera uma posição do PL sobre o episódio. Costa classificou a postura atribuída a Domingos Sávio como “antidemocrática” e disse confiar na atuação do Conselho de Ética.
Texto do deputado federal Domingos Sávio ao Supercanal
Domingos Sávio responde ao Super Canal e rebate acusações do “Superman” da Jovem Pan em Caratinga
Após as declarações do jornalista e pré-candidato ao Senado, Marco Antônio Costa, o deputado federal Domingos Sávio emitiu nota negando qualquer tentativa de bloquear agendas políticas ou de interferir na pré-campanha dentro do Partido Liberal (PL).
O parlamentar afirmou que “sequer conhece a agenda do senhor Marco Antônio”, destacando que, por esse motivo, não teria como interferir — e que não o faria mesmo se tivesse conhecimento dos compromissos do pré-candidato. Domingos Sávio reforçou ainda que sempre agiu com ética e respeito com todos os postulantes da legenda.
Segundo o deputado, a definição do nome que disputará o Senado em 2026 não cabe à executiva estadual, mas será uma decisão do presidente Jair Bolsonaro e da direção nacional do PL, cabendo ao diretório mineiro apenas referendar o que for decidido em Brasília. Por isso, segundo ele, “não há qualquer conflito” na condução do processo interno.
A manifestação do deputado ocorre após Marco Antônio Costa afirmar, durante entrevista ao Super Canal, que pretende acionar o Conselho de Ética do partido. Costa acusa Domingos Sávio de usar sua posição de presidente do PL em Minas para supostamente prejudicar agendas e articulações políticas de sua pré-campanha, o que ele classificou como “conflito de interesse” e comportamento “antidemocrático”.
Com a resposta do deputado, o caso agora deve seguir para análise interna do partido, caso a denúncia seja formalizada.






